segunda-feira, 26 de junho de 2017

20 Mil Léguas Submarinas (20,000 Leagues Under the Sea, 1954)


Baseado na obra homônima de Júlio Verne, o filme foi levado às telas pelos estúdios Disney, tendo um elenco de peso, formado por Kirk Douglas, James Mason, Peter Lorre e Paul Lukas. Filmado em CinemaScope, o longa foi vencedor do Oscar nas categorias de efeitos especiais e direção artística. Já a direção geral coube a Richard Fleischer, uma escolha que surpreendeu ao próprio cineasta, já que ele era filho de Max Fleischer, criador de personagens como Betty Boop e Popeye, e um dos principais concorrentes de Walt Disney. Quando questionado, Disney alegou que o contratou por acreditar em sua competência. Max Fleischer também deu total apoio ao filho e assim, com o perdão do trocadilho, ele assumiu o comando do barco.

Walt Disney segurando um dos tentáculos da lula gigante usada no longa

Ambientado em 1868, o filme começa com uma terrível ameaça marítima, que diversas testemunhas afirmam ser um enorme monstro de olhos brilhantes, capaz de afundar navios e matar seus tripulantes. Uma equipe é formada pela marinha americana, com o objetivo de investigar a tal criatura e, se possível, extermina-la. Dentre os integrantes estão o Professor Pierre Aronnax (Paul Lukas), seu ajudante Conseil (Peter Lorre) e o arpoador Ned Land (Kirk Douglas). Durante a empreitada. a embarcação em que viajam é atacada e os três se vêem à deriva.


Não demora muito até o trio se deparar com o tal monstro, bem diante de seus olhos. Mas ao invés de um animal, a criatura maligna nada mais era do que um barco, construído por mãos humanas. A embarcação, no entanto, nada tinha de simples, possuindo a capacidade de ficar submersa, algo até então jamais visto. E mais surpreendente do que a descoberta de tamanha modernidade, foi conhecer o responsável por colocar em prática a engenhoca e comandar sua tripulação. O misterioso Capitão Nemo (James Mason) revelou-se um homem excêntrico e perigoso, que faz questão de manter sempre tudo sob controle e não permite nada que possa ir contra os seus planos. Naturalmente, o Professor Aronnax fica extremamente admirado com a forma como aquele homem foi capaz de conceber algo tão esplendoroso e inovador. 


Ned Land, ao contrário, demonstra clara antipatia e insubordinação pelo Capitão, o que faz com que ele passe a ser sempre vigiado. A bordo do Náutilus, o grupo passa a viver uma experiência única em companhia de Nemo, que lhes apresenta sua visão negativa da humanidade e sua forma de escapar das guerras e da violência exercidas pelo homem. Para isso, ele procura passar o máximo de tempo possível embaixo d'água e procura garantir sua subsistência apenas com o que pode ser retirado do mar. Aos poucos, vai ficando nítido para seus convidados que Nemo não é apenas um homem pessimista e com gostos peculiares. Sua desilusão com o mundo exterior faz com que ele ataque navios e exploda as embarcações que carreguem algum tipo de armamento, sem se preocupar com as pessoas que está matando. Com isso, Ned e Conseil decidem tomar uma atitude, mesmo sem o aval do Professor, para tentar se salvar do controle do ardiloso Capitão.

Foto tirada nos bastidores

Considerada o ponto alto do filme, a luta contra uma lula gigante encontrada no fundo do mar, foi filmada inicialmente em um fundo tranquilo, com o mar calmo e durante o por do sol. No entanto, a cena foi considerada artificial pelo diretor, pois dava para ver as engrenagens que operavam a lula. Reza a lenda que foi o próprio Walt Disney quem deu a solução: Colocar um enorme temporal, com direito a trovões e mar revolto para disfarçar o problema. A quem diga, porém, que a ideia foi dada pelo roteirista, Earl Felton. 


Outro grande destaque é o próprio submarino, Nautilus, desenhado por Harper Goff. Feito em estilo vitoriano, ele foi concebido de maneira deformada para que pudesse ser visto de maneira correta na tela, devido a utilização da técnica CinemaScope, que costumava modificar o formato de alguns objetos. Uma réplica da embarcação foi exposta nos parques da Disney (foto abaixo).


Sobre o elenco, Kirk Douglas recebeu o maior salário pago pela Disney até então, de 175 mil dólares. O ator, entretanto, não queria aceitar o papel ao ler o roteiro, pois achou que poderia arranhar sua imagem. No auge da popularidade, Douglas adquiriu a fama de galã garanhão e atlético, mas no script original não havia nenhuma aparição sua com alguma mulher e as cenas de ação aconteciam apenas no final. Especialmente para que ele aceitasse interpretar o personagem, foi escrita a cena em que Ned está de braços dados com duas belas moças, ainda no início do filme; Já para o Capitão Nemo, Gregory Peck chegou a fazer testes, porém o escolhido acabou sendo James Mason, que fez um excelente trabalho, apesar de, nos livros, o Capitão ser descrito como tento origem indiana. 


Embora seu final no longa fique bem definido, no livro de Júlio Verne o desfecho de Nemo fica em aberto. O personagem aparece também em outra obra do autor, A Ilha Misteriosa (1874), sendo visto no último capítulo, já idoso. Falando um pouco sobre o escritor, suas obras, que sempre mostraram seu imenso conhecimento e sua enorme criatividade, já chamavam a atenção dos cineastas desde muito cedo. Ainda em 1902, o genial e pioneiro Georges Méliès inspirou-se em 'Da Terra à Lua' para fazer sua obra-prima, Le Voyage dans la lune. O próprio 20 Mil Léguas Submarinas já havia sido adaptado anteriormente em 1916, sob a direção de Stuart Paton. Seus principais trabalhos foram Viagem ao Centro da Terra, A Volta ao Mundo em 80 Dias, 20 Mil Léguas Submarinas e A Ilha Misteriosa.

O dvd do filme acaba de ser lançado pela Classicline e pode ser encontrado nas melhores lojas do ramo. Clique aqui para comprar na Livraria Cultura

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Uma Janela Para o Céu (The Other Side of the Mountain, 1975)


Para nós brasileiros, 'Uma Janela Para o Céu' remete imediatamente à sensação de estar assistindo a um filme estilo 'Sessão da Tarde'. Misturando esporte e superação, a trama tem as características típicas dos longas que costumavam ser exibidos durante as tardes na tv Globo. Contando a história real da esquiadora Jill Kinmont e sua luta para se recuperar de um acidente que quase lhe tirou a vida, a obra teve como protagonistas Marilyn Hassett e Beau Bridges,


Ambientado nos anos 50, o roteiro traz uma característica marcante encontrada em muitas produções das décadas de 70 e 80: o excesso de dramaticidade. Andando de mãos dadas com clássicos como Love Story (1970) e Laços de Ternura (Terms of Endearment, 1983), Uma Janela Para o Céu pode ser classificado como 'filme para chorar'. Sim, é um baita de um dramalhão onde, muito provavelmente, você vai olhar para a sua vida e se sentir bastante culpado por reclamar de coisas pequenas perto dos problemas enfrentados pela personagem principal. Apesar de ser basicamente uma novela mexicana, preciso confessar, eu adorei!


A história começa mostrando Jill já como uma cadeirante, indo dar aulas para crianças em uma pequena escola na sua cidade natal. Através de um flashback, começamos a conhecer sua trajetória, ainda como uma esquiadora de sucesso, que tentava conseguir uma vaga nas olimpíadas de inverno. Após uma breve decepção amorosa com Dick Buek, um rapaz conhecido por praticar esportes radicais, a moça começa a namorar um colega de equipe que sempre demonstrou interesse por ela. Sua vida parecia perfeita, tanto pessoal quanto profissionalmente. Precisando ganhar apenas um último torneiro para se classificar, ela decide arriscar em uma manobra para superar sua principal concorrente.


A partir deste momento sua vida toma um rumo completamente diferente do que ela sonhava. Durante a competição, Jill acaba sofrendo um acidente quase fatal e, como consequência, acaba ficando sem movimentos do pescoço para baixo. Após um primeiro momento de negação e esperança de voltar a andar, ela finalmente aceita sua condição e passa a se esforçar ao máximo para se recuperar da melhor maneira possível. Para isso recebe a inesperada ajuda de seu antigo amor, Dick Buek, que faz de tudo para alegra-la. Embora o destino da jovem nem sempre lhe reserve coisas boas (muito pelo contrário), ela continua encarando seus desafios de cabeça erguida e fazendo o melhor que pode para contribuir de maneira positiva para o mundo. E é justamente nas crianças que ela acaba encontrando forças para seguir em frente.

Se você ficou curioso para ver ou gosta do filme, a Classicline acaba de lança-lo em dvd! Você pode comprar na própria loja da distribuidora, ou dar uma olhada nas principais lojas do ramo. Vou deixar alguns links pra facilitar: Classiline - Cultura - Fnac - Folha

Um pouco sobre a verdadeira Jill

A partir deste ponto, vou falar um pouco sobre elementos reais da vida de Jill, o que revelará pontos importantes do enredo. Se você não assistiu ainda o filme, pare de ler aqui.


Jill Kinmont ao lado da atriz Marilyn Hassett

Embora a própria Jill Kinmont tenha sido uma consultora durante as gravações do longa, alguns elementos do roteiro não correspondem à realidade e foram acrescentados para dar justamente aquele tom de dramaticidade citado no começo do texto. Um exemplo é a morte de Dick Buek. O rapaz de fato morreu durante um acidente de avião, com apenas 27 anos, e de acordo com a autobiografia dela, os dois de fato estavam noivos na época. No entanto, a já suficientemente trágica situação foi agravada na trama quando ela recebe a notícia da perda de seu amado justo no dia do seu aniversário, o que seria impossível, já que Jill nasceu em 16 de fevereiro, enquanto a morte de Dick foi em 3 de novembro de 1957. Apesar desses exageros, podemos também ver bastante sobre todo o processo sofrido pela personagem, já que boa parte do filme é focado na recuperação da jovem e em como ela conseguiu ter forças para superar algo tão difícil.



Poucos dias depois de seu acidente, Jill chegou a ser capa da conceituada revista Sports Illustrated, em 31 de janeiro de 1955.


Impedida de voltar a esquiar, ela começou a se dedicar aos estudos, graduando-se em alemão na UCLA e obtendo credencial para lecionar na Universidade de Washington, em Seattle . Ela teve uma longa carreira como educadora, primeiro em Washington e depois em Beverly Hills, Califórnia. Ensinou educação especial na Bishop Union Elementary School de 1975 a 1996 em sua cidade natal, Bishop. Jill foi importantíssima para diminuir o preconceito contra cadeirantes, que não tinham chances de trabalho em basicamente nenhum lugar. Ela também costumava pintar e chegou a fazer exposições.

Jill após seu acidente

Em seu estúdio

O filme de 1975 termina ainda durante a juventude de Jill e mostra um final infeliz, com ela apenas conformada com sua condição. No entanto, em 1978, a riquíssima e inspiradora história da ex-esquiadora e professora, ganhou uma continuação no longa chamado criativamente de Uma Janela Para o Céu 2 (The Other Side of the Mountain 2). Ao contrário do primeiro, a sequência tem um final feliz, e é ambientada muitos anos depois, quando Jill volta para sua cidade natal aos 40 anos e conhece John Boothe, com quem ficou casada até sua morte, em 2012.


segunda-feira, 19 de junho de 2017

10 filmes com Brigitte Bardot


Musa na década de 60, Brigitte Bardot atraía olhares por onde passava e fascinou o público com sua sensualidade. Ícone da moda, polêmica e amante dos animais, a atriz é um dos maiores nomes do cinema francês. Confira abaixo alguns de seus mais importantes trabalhos:

1- E Deus Criou a Mulher (Et Dieu... créa la femme, 1956)


Na pequena comuna de Saint-Tropez, a sedutora órfã Juliette é o objeto de desejo de todos os homens. Ela provoca o milionário Eric e se sente atraída por Antoine. Para fugir do orfanato, ela aceita se casar com Michel, o irmão mais jovem de Antoine.

2- Amar é Minha Profissão (En cas de malheur, 1958)


A belíssima prostituta Yvette (Brigitte Bardot) torna-se amante do influente defensor público Andre (Jean Gabin). Apesar de ter dinheiro o suficiente para cobri-la de jóias e peles raras, Andre sabe que não consegue comprar o coração da moça. O corpo e a alma de Yvette pertencem ao belo estudante Mazzetti (Franco Interlenghi), um jovem ciumento e perigoso que fará de tudo para terminar o caso de sua namorada com o advogado.

3- Vingança de Mulher (Les bijoutiers du clair de lune, 1958)


No meio rural da Espanha, Brigitte Bardot interpreta Ursula, uma jovem que acaba de sair do convento para morar com sua tia Florentine e seu rude e violento marido, o conde Ribera, que por algum motivo desconhecido quer ver morto um jovem da região, Lamberto, e por quem Ursula se apaixona. Em um confronto, Lamberto mata Ribera em auto-defesa. Ursula descobre pouco depois o motivo da briga foi um romance proibido entre ele e sua tia. Mas, ao saber que Lamberto não tem intenção de ficar ao seu lado, Florentine não sustenta seu álibi junto à polícia, forçando-o a fugir. Ursula, sempre impulsiva, vai a seu encontro e os dois procuram juntos uma forma de deixar o país.

4- Quer Dançar Comigo? (Voulez-vous danser avec moi?, 1959)


Depois de uma discussão com a mulher, Hervé conhece uma mulher sedutora numa boate. Ela o convida para a sua casa. Mas a aventura inconsequente transforma-se logo em tragédia: a jovem é assassinada e Hervé se vê envolvido na investigação.

5- A Verdade ( La Vérité, 1960)


Dominique Marceau (Bardot) é julgada pela morte de seu amante Gilbert Tellier (Frey) e aos poucos, durante o processo, todos os ângulos da imagem da ré começam a aparecer, de acordo com o ponto de vista de sete testemunhas do caso, cada qual com a sua própria verdade definitiva.

6- Vida Privada (Vie privée, 1962)


Jill é uma jovem de dezoito anos que vive uma confortável vida de classe média alta com sua mãe viúva na Suíça e desenvolve uma paixão por Fabio, o marido de uma amiga, não correspondida. Ela se muda então para Paris, para trabalhar como modelo e dançarina e é descoberta por um produtor, que a transforma numa grande estrela de cinema. As pressões e o incômodo da fama, do assédio dos fãs e da imprensa afetam sua vida e sua mente de tal maneira que ela retorna à Suíça para se recuperar e lá tem um caso de amor com o agora divorciado Fabio, mas a pressão da fama continua a persegui-la, o que levará a trágicas complicações em sua vida privada.

7- O Desprezo (Le mépris, 1963)


Paul Javal é um roteirista que vai a Roma para trabalhar em uma adaptação da obra A Odisséia, que contará com a direção do cineasta alemão Fritz Lang. Enquanto decide os últimos detalhes para aceitar o trabalho, sua relação com a esposa, Camille, começa a desabar, em um jogo de paixão, ciúmes e desprezo.

8- Viva Maria! (1965)


Em um país imaginário da América Latina, Maria é a filha de um terrorista irlandês que, ao perder o pai, conhece outra Maria, cantora. As duas montam um número em um circo e acabam se envolvendo com um líder revolucionário na luta contra a ditadura.

9- Histórias Extraordinárias (Histoires extraordinaires, 1968)


Metzengerstein, dirigido por Vadim, conta a história de uma condessa promíscua (Jane Fonda) que se apaixona por um barão (Peter Fonda), seu primo, e rejeitada por ele por seu comportamento amoral, incendeia seus estábulos, causando a morte do barão no incêndio, quando tentava salvar seus cavalos premiados. Um cavalo negro selvagem escapa do incêndio e foge para o castelo de Metzengerstein, onde vive a condessa, que, impressionada com sua beleza, resolve domá-lo e tê-lo para si. Durante uma tempestade de raios, o cavalo a arrasta para o incêndio que os raios haviam causado.

William Wilson, dirigido por Malle e ambientado no século XIX, conta a história clássica do duplo (Doppelgänger), que persegue o personagem do título (Delon) por toda sua vida, acentuado-se nos momentos mais cruéis de sua existência. Brigitte Bardot é Giuseppina, uma jogadora que desafia Wilson numa mesa de pôquer. Enquanto jogam, seu duplo (também Delon), convence a todos que Wilson trapaceou nas cartas, o que causa seu assassinato a facadas por Wilson. Após se confessar com um padre, Wilson comete suicidio pulando da torre 'Palazzo della Ragione', e em seu corpo é encontrada uma faca cravada nas costas.

Toby Dammit, inspirado livremente no terceiro conto de Poe, é dirigido por Fellini. Conta a história do ator shakespeariano Toby Dammit (Stamp), que afunda na carreira devido ao alcoolismo e para voltar ao sucesso faz um pacto com o Diabo, perdendo a vida e a cabeça, num acidente com a Ferrari que ganhou como pagamento por seu último filme.

10- As Petroleiras (Les pétroleuses, 1971)


Duas famílias de criminosos disputam a liderança de Bougival Junction. A família de Marie comanda a cidade até aparecerem os filhos do lendário criminoso Frenchie King. Liderados por Louise, eles querem assumir o rancho que receberam de herança.

domingo, 18 de junho de 2017

Fotos raras de Marilyn Monroe ao lado de grandes personalidades

Confira abaixo uma seleção de fotos da diva junto de outros grandes nomes do século XX:

*Veja também a galeria de Audrey Hepburn*

1- Com Marlon Brando



Aqui com Brando e Merle Oberon visitando o set de Desirée, o Amor de Napoleão/ Desirée, 1954



2- Com o marido, Arthur Miller, os colegas de elenco Eli Wallach, Montgomery Clift, e Clark Gable e o diretor John Huston nos bastidores de Os Desajstados (The Misfits), em Reno, Nevada, 1960. A foto é de Elliott Erwitt.



3- Com Betty Grable, Walter Winchell, Jane Russell, Lucille Ball, Jimmy McHugh e Louella Parsons no aniversário de Walter Winchell, 1953


4- Com Dean Martin e Cyd Charisse durante as gravações de seu filme inacabado, Something’s Got To Give, 1962 (via)


5- Com Tom Ewell em uma cena deletada de O Pecado Mora ao Lado/ The Seven Year Itch, 1955 (via)


6- Com Gene Kelly nos bastidores de Adorável Pecadora/ Let’s Make Love, 1959 (via)


7- Com Maria Callas na famosa festa de aniversário do presidente JFK, 1962 (via)


8- Com Mickey Rooney e Ray Anthony, 1952 (via)


9- Com Susan Strasberg (via)


10- Com George Raft (via)


11- Com o fotógrafo Bert Stern durante sua icônica última sessão de fotos, em 1962 (via)


12- Com Jane Russell nos bastidores de Os Homens Preferem as Loiras/ Gentlemen Prefer Blondes, 1953 (via)



(via)



13- Com Ella Fitzgerald, 1955 (via)



14- Com Maurice Chevalier, que estava visitando o set de Quanto Mais Quente Melhor/ Some Like It Hot, em 1958 (via)



15- Com Marlene Dietrich, em 1955 (via)




16- Com o fotógrafo e amigo Milton Greene (via)



17- Com Henry Fonda, 1947 (via)



18- Com Yves Montand na coletiva de imprensa de Adorável Pecadora/ Let’s Make Love, 1960 (via)


19- Com Edward G. Robinson, 1951 (via)


20- Com Rock Hudson e Charlton Heston no Globo de Ouro de 1962



21- Com Robert e John Kennedy, 1962



22- Com Vivien Leigh e Laurence Olivier na época das filmagens de O Príncipe Encantado/ The Prince and the Showgirl, 1959


Junto com o casal e Arthur Miller, seu marido na época


23- Com Sammy Davis Jr, Jeff Chandler e Arthur Silber Jr


24- Com Gina Lollobrigida, que visitou o set de O Pecado Mora ao Lado/ The Seven Year Itch, 1955


25- Com Lauren Bacall e Humphrey Bogart na premiere de Como Agarrar Um Milionário/ How To Marry a Millionaire, 1953



26- Com Judy Garland no Globo de Ouro, 1962



27- Com Jack Lemmon e Tony Curtis nos bastidores de Quanto Mais Quente Melhor/ Some Like It Hot, 1959



Na coletiva de imprensa do filme, com Tony Curtis


28- Com Shelley Winters no Globo de Ouro de 1960


29- Próxima a Elizabeth Taylor em um show, 1961


30- Com Anne Baxter nos bastidores de A Malvada/ All About Eve, 1950


31- Com Jayne Mansfield na premiere de A Rosa Tatuada/ The Rose Tattoo, 1955


32- Com o então namorado Joe DiMaggio e Cary Grant nos bastidores de O Inventor da Mocidade/ Monkey Business, 1952


33- Com Jerry Lewis e Dean Martin, 1953



Ao lado também de Leslie Caron e Wade H. Nichols


34- Com Mitzi Gaynor, Leslie Caron, Tony Curtis e John Derek fotografados para o Globo de Ouro de 1952


35- Dançando com o escritor Truman Capote


36- Com Peter Lawford e Frank Sinatra



Com Frank Sinatra novamente


37- Com os colegas de elenco Mitzi Gaynor, Walter Lang (diretor), Ethel Merman, Dan Dailey, Donald O'Connor e Johnny Ray nos bastidores de O Mundo da Fantasia/ There's No Business Like Show Business, 1954


38- Com Orson Welles, recebendo um prêmio da Jewish Philanthropies, 1956


39- Com Eartha Kitt, 1957


40- Com Lauren Bacall e Betty Grable nos bastidores de Como Agarrar Um Milionário/ How To Marry a Millionaire, 1953

Lauren Bacall, Betty Grable and Marilyn Monroe on the set of the 1953 movie How to Marry a Millionaire

41- Com Jean Peters nos bastidores de Torrentes de Paixão/ Niagara, 1953


42- Com Clifton Webb e Laurette Luez, 1948


43- Com James Cagney


44- Com Montgomery Clift, 1960


45- Com o reporter Earl Wilson e Esther Williams


46- Com o poeta Carl Sandburg


47- Com Ronald e Nancy Reagan


48- Rock Hudson,Terry Moore e Robert MItchum


49- Com o diretor Billy Wilder nos bastidores de O Pecado Mora ao Lado/ The Seven Year Itch, 1955


50- Com Groucho Marx nos bastidores de Louco de Amor/ Loves Happy, 1949