sábado, 14 de janeiro de 2017

Lançamentos Classicline - Fevereiro de 2017

Confira abaixo os lançamentos de fevereiro da Classicline. Para mais informações, acessem o site da distribuidora (aqui) e sigam a página no facebook (aqui).

O Corvo (The Crow, 1994)


BRANDON LEE, no último lme de sua carreira, estrela este conto sobrenatural de vingança baseado na série em quadrinhos de James O’Barr. Alex Proyas (Eu, Robô) dirige o lme, combinando os elementos de suspense com um incrível visual neogótico, diferente de tudo já visto nas telas! O músico Eric Draven (Lee) e sua noiva Shelly (So a Shinas) são brutalmente assassinados na noite que precede o Halloween. Um ano depois, Eric volta do mundo dos mortos guiado por um corvo. Inicialmente sem lembranças do ocorrido, ele volta ao seu antigo loft onde recobra as memórias e a dor da morte, e então inicia uma caçada para vingar-se de seus assassinos. O assustador corvo guia Draven em sua jornada, inimigo após inimigo. Ele vive. Eles morrem. Mas há um segredo sobre seus poderes, e se os seus rivais o descobrirem talvez não haja mais nada na Terra capaz de salvá-lo.

A Fúria dos Justos (Trial, 1955)


Um professor de direito, David Blake (Glenn Ford), tem o seu emprego ameaçado porque não tem experiência no tribunal. Ele visita vários escritórios de advocacia, e o advogado Barney Castle (Arthur Kennedy) lhe oferece uma posição. Juntos, eles prosseguem com o caso de Angel Chavez (Rafael Campos), um jovem rapaz latino-americano que foi acusado de assassinar uma menina branca em uma praia privada. Barney se pronti ca a arrecadar dinheiro para um fundo de defesa, enquanto entrega o trabalho de sala do tribunal para David. David logo percebe que Angel não é culpado, mas quando Barney encena um enorme comício para arrecadar o dinheiro, ele enxerga que, na verdade, o seu parceiro pode ter segundas intenções com esse julgamento... Premiado com o Globo de Ouro® de Melhor Ator Coadjuvante para Arthur Kennedy, este lme causou alvoroço na época de seu lançamento, pois pela primeira vez na história do cinema americano, o juiz era interpretado por um ator negro, o portoriquenho Juano Hernandez.

Nunca Me Digas Adeus (Never Say Goodbye, 1946)


Phil (Errol Flynn) e Ellen Gayley (Eleanor Parker) divorciaram-se há um ano. Sua filha de oito anos, Phillippa “Flip” (Patti Brady), fica muito infeliz porque os pais não estão mais juntos. Phil ainda é apaixonado por sua ex-mulher, e tenta de diversas maneiras reconciliar-se com ela, sempre sem sucesso e lhe causando ciúmes. Flip resolve iniciar uma correspondência com um fuzileiro naval, e envia uma foto de sua atraente mãe, como se ela fosse a autora de suas cartas românticas. Quando o fuzileiro aparece para encontrar sua amiga das cartas, acreditando que Ellen seja a autora, ela aproveita a oportunidade para provocar ciúmes no ex-marido, e Flip acaba encontrando nos amigos do casal os parceiros ideiais para tentar unir novamente seus pais..

Jim das Selvas - Fúria no Congo (Fury of the Congo, 1951)


Em “Fúria no Congo”, acompanhamos o nosso herói Jim (Johnny Weissmuller) resgatando o piloto ferido, Ronald Cameron (William Henry), de águas profundas. Cameron está em busca do Prof. Dunham (Joel Friedkin), que desapareceu nas selvas em busca do Okongo - uma espécie desconhecida de animal, semelhante a uma zebra, que é adorado por uma tribo selvagem e cujas glândulas possuem um tipo raro de droga. Eles são ajudados pela líder tribal Leta (Sherry Moreland), que os informa da captura do professor por um grupo de caçadores em busca do Okongo e se junta à dupla em busca de seu resgate.

O Resgate do Bandoleiro (The Tall T, 1957)


Após perder seu cavalo em uma aposta, o solitário cowboy Pat Brennan (Randolph Scott) pega carona em uma carruagem na qual viajam os recém-casados Willard (John Hubbard) e Doretta Mims (Maureen O’Sullivan). Mas eles acabam caindo nas mãos de bandidos liderados por Frank Usher (Richard Boone ) que, ao descobrirem que Doretta é lha de um homem rico, decidem sequestrá-los. A tensão crescerá nas 24 horas seguintes, principalmente quando os sequestradores deixam transparecer que não irão libertar as vítimas mesmo com o pagamento do resgate.

Sinal Vermelho (The Red Beret, 1953)


DURANTE A II GUERRA MUNDIAL, uma equipe de paraquedistas se envolve em perigosas missões contra o inimigo. Steve “Canadá” MacKendrick (Alan Ladd) é um americano que se alista no regimento britânico do pára-quedas em 1940, reivindicando ser um canadense. A história cobre o ataque à estação de radar alemã em Bruneval, durante a 2ª Guerra. A missão foi uma operação de serviços combinados e o 2 º Batalhão da Brigada Pára-quedistas foi liderada pelo Lt Col John Snow (Leo Genn), e o especialista de radar da RAF, Sargento Box (John Boxer), acompanhou a equipe para dizer-lhes o que levar de volta para a Inglaterra.

Lançamentos Obras-Primas do Cinema - Fevereiro de 2017

Confira abaixo os lançamentos para o mês de fevereiro da distribuidora Obras-Primas do Cinema e aproveite para conhecer o site da marca (aqui) e acompanhar a página no facebook e saber em primeira mão de todas as novidades (aqui). Todos os filmes já estão em pré-venda, com entrega prevista para o dia 16/ 02.

Alice (1988) Compre (aqui)


Obras-Primas do Cinema apresenta “a obra máxima de Jan Svankmajer”: ALICE. Uma adaptação sombria e surreal do clássico romance de Lewis Carroll (Alice no País das Maravilhas), combinando técnicas de stop-motion e atores reais, dando uma nova e fascinante dimensão para uma das melhores fantasias já escritas! Apresentado aqui em sua versão original e sem cortes, versão remasterizada e com quase 40 minutos de extras relacionado a “Alice”.

Quando Alice seguiu o Coelho Branco no País das Maravilhas, iniciou-se assim uma surpreendente e perigosa aventura onírica pelo mundo infanto-juvenil.

Extras:
A primeira adaptação cinematográfica de Alice no País das Maravilhas (1903, 9 minutos).
Curta-metragem: Alice in Label Land (1974, 12 minutos).
Dois inéditos curta-metragens musicais inspirados em “Alice no País das Maravilhas” dos irmãos Quay: “Stille Nacht II: Are We Still Married?” (1992, 3 minutos); “Stille Nacht IV: Cant Go Wrong Without You” (1993, 3 minutos).
Curta-Metragem: Elsie and the Brown Bunny (1921, 8 minutos).


Fervura Máxima (Lat Sau San Taam, 1992_ - Edição Especial de Colecionador Compre (aqui)


Obras-Primas do Cinema apresenta: FERVURA MÁXIMA. Filme de ação escrito e dirigido por John Woo (O Matador) e estrelado por Chow Yun Fat (O Tigre e o Dragão). “Fervura Máxima” além de ser um dos grandes sucessos de John Woo foi o seu último filme em Hong Kong. “Obra-Prima” do gênero, pela primeira vez em DVD no Brasil com mais de uma hora de extras!

Em Hong Kong, Yuen (Chow Yun-Fat), um inspetor de polícia que é normalmente conhecido como Tequila, fica transtornado quando seu parceiro morre em um tiroteio com gângster em uma casa de chá. Tequila então se une a Alan, um assassino profissional, para vingar o amigo e impedir que esta quadrilha mate gente inocente.

Extras:
Entrevista com o diretor John Woo (38 minutos).
Entrevista com Villain K. Choi(24 minutos).
Arte Imita Vida: Entrevista com Philip Chan (15 minutos).
Fervura Máxima: Guia de localização (8 minutos).


A Guerra do Fogo (La Guerre du Feu, 1981) - Edição Especial de Colecionador Compre (aqui)


Obras-Primas do Cinema orgulhosamente apresenta “A GUERRA DO FOGO”, do diretor francês Jean-Jacques Annaud (Círculo de Fogo) o filme foi baseado num romance escrito por J.H. Rosny Sr. de 1904. Vencedor de mais de 10 prêmios, incluindo 1 Oscar. Versão remasterizada e com quase 2 horas de extras, inclui também um comentário em áudio com o diretor explicando sobre o filme e recursos não utilizados na produção.

Há 80,000 anos, uma tribo primitiva protege desesperadamente sua posse mais valiosa – o fogo. Depois de um ataque de uma tribo vizinha, o fogo é apagado. Com falta de conhecimento para acenderem sua própria chama, a tribo sai em uma jornada épica pela selva pré-exílica em busca de uma nova fonte de fogo.

Extras: 
 O Making of de “A Guerra do Fogo”, Entrevista com Jean-Jacques Annaud, Galeria de Vídeos com comentário do director; Áudio comentário do director Jean-Jacques Annaud.


terça-feira, 10 de janeiro de 2017

O filho que Alain Delon abortou

Christian Aaron Boulogne, mais conhecido como Ari 

Em 1962, Alain Delon estava em seu auge. Após protagonizar os clássicos O Sol Por Testemunha (Plein soleil) e Rocco e Seus Irmãos (Rocco i suoi fratelli), ambos em 1960, o ator tornou-se uma estrela do cinema europeu. Sua vida pessoal também ia muito bem, obrigada. Ao lado da belíssima austríaca Romy Schneider, que conhecera nos bastidores de Christine (1958), fazia parte da realeza da Europa, formando o casal mais badalado da época. Apesar da paixão avassaladora de ambos, o ator fazia questão de deixar claro que não era exclusividade de sua parceira, sendo infiel durante todo o relacionamento.

Romy Schneider e Alain Delon nos bastidores de A Piscina, já após o fim do namoro

Em uma de suas aventuras, enquanto ainda namorava a atriz, Delon conheceu a modelo alemã Christa Paffgen, mais conhecida como Nico. Com uma bem-sucedida carreira no mundo da moda e alguns trabalhos no cinema, alcançou a fama como cantora após o lançamento do icônico álbum The Velvet Underground & Nico, em 1967. Uma das musas de Andy Warhol, que foi o responsável pela criação de seu nome artístico - um anagrama da palavra Icon - Nico teve uma carreira musical de mais de 20 anos, além de participar de filmes de diretores consagrados como Philippe Garrel e Federico Fellini.

Nico

O fruto do breve e inconsequente affair entre a modelo e cantora e o ator francês, veio ao mundo dia 11 de agosto de 1962, com o nome de Christian Aaron Boulogne. Renegado pelo pai, que jamais assumiu sua paternidade e sempre se recusou a fazer qualquer exame que comprovasse tal parentesco, o jovem Ari, como é frequentemente chamado, foi criado por Edith Boulogne, mãe de Delon. Focada em sua carreira e com uma vida atribulada dividida entre Paris e Nova York, Nico preferiu deixar o filho sob os cuidados da avó paterna.

Ari com Nico, Mary Woronov e Andy Warhol

Apesar de visitar o filho e até leva-lo para viajar, Nico não foi uma mãe muito presente na vida de Ari, que em 1977 foi legalmente adotado por Edith Boulogne e seu marido Paul, padrasto de Delon, passando a utilizar o nome Ari Boulogne/ Christian Aaron Boulogne. Alain Delon sempre foi contra a adoção de Ari, negando veementemente que o menino seja seu filho, apesar da impressionante semelhança física entre eles. Embora já tenham se encontrado em algumas ocasiões, o ator se referiu ao filho em 1986 apenas como seu amigo, negando desde a década de 60 qualquer exame ou tentativa de reconhecimento da paternidade.

Ari e Nico

Em 1988, em uma viagem à Ibiza com o filho , Nico sofreu uma queda de bicicleta e bateu a cabeça. Apesar de ter sido socorrida atempo por um motorista que passava no local, a demora para conseguir atendimento em um hospital local fez com que a cantora tivesse uma violenta hemorragia cerebral, falecendo apenas algumas horas depois. Ironicamente, o acidente ocorreu justo no período em que Nico conseguia finalmente livrar-se das drogas, vício agravado principalmente durante a década de 60. Infelizmente, Ari também se tornou um dependente químico, iniciando o vício ainda na adolescência. Assista (aqui) uma entrevista com ele onde percebemos claramente os danos causados pelas drogas. Em 1995, foi lançado o documentário Nico Icon, que fala sobre a vida e a carreira da cantora, contando com depoimentos de Ari e Edith, além de arquivos de vídeo de nomes como Andy Warhol, Jim Morrison e Lou Reed. Assista abaixo:


Em 2001, foi publicada a autobiografia de Ari, intitulada 'L'Amour N'Oublie Jamais', onde fala sobre sua vida e sua relação com a mãe.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

#3 Você indica: Carla Marinho

Novamente eu esqueci do quadro que eu mesma inventei! HAHAHAHAHA Mas aqui estou eu de volta, dessa vez com a lista da minha amiga querida, Carla Marinho. Pra quem não sabe, ela é dona de um dos maiores e melhores sites de cinema do Brasil, o Cinema Clássico, que também tem uma página no facebook, com o mesmo nome e a mesma qualidade. Confira abaixo as indicações dela, com os links para renha no site:


'Para mim é muito difícil escolher somente alguns filmes e com certeza há muitos que eu amaria incluir. Mas como são apenas 10, tentarei contemplar aqueles que me tocaram de alguma maneira. Espero que curtam.'


1- Do Mundo nada se Leva (You Can't Take It with You, 1938)

'Filmes do Capra sempre me deixam com a sensação de que o mundo tem jeito, e que de uma hora para outra as coisas se resolverão. São ótimos para vermos em uma tarde chuvosa, quando estamos tristes ou quando simplesmente queremos nos manter alegres. Eu poderia citar vários dele, mas esse é meu favorito.'




Sinopse: Tony Kirby, o filho de um empresário rico e influente, resolve se casar com Alice Sycamore, uma moça simples, pertencente a uma família de pessoas extrovertidas e amalucadas, o que gera um choque de comportamentos. Enquanto isso, o pai do rapaz pretende erguer um importante empreendimento e já comprou todos os imóveis da região onde a família de moça vive, com exceção da casa dela. Como a família da moça se recusa a vender a casa, e sem este imóvel o projeto não pode ir adiante, eles acabam se enfrentando. (Resenha)

2- Noites de Cabíria (Le notti di Cabiria, 1957)

'Esse é o mais sensível dos filmes fellinianos. Giuletta Masina entrou definitivamente para minha lista de melhores atrizes com sua performance aqui. Acho que todos temos um pouco de Cabíria, afinal. Todos queremos amor e o buscamos, seja em qual esfera for. A vontade que eu tenho é de botar ela no colo e ninar. Meu amor por Cabíria é tanto que dei seu nome ao meu cineclube.'


Sinopse: O filme conta a história de Cabiria, uma romântica prostituta que esta sempre em busca do amor, mas é constantemente humilhada. Um filme tragicômico que traz momentos fantásticos da vida dessa mulher que não desiste de sonhar. (Resenha)

3- Manhattan (1979)

'Sempre lembro do diálogo em que ela está para partir e comenta com ele que depois de uns meses se verão novamente. Ele fala que ela o terá esquecido. Ela responde que ele não deve pensar que as pessoas são todas iguais, que ela não é assim. E dessa maneira, se estabelece aquela pequena esperança que as coisas realmente serão diferentes. Todo meu amor por esse filme que tem uma fotografia maravilhosa e ótimos diálogos.'


Sinopse: Um escritor de meia-idade divorciado (Woody Allen) se sente em uma situação constrangedora quando sua ex-mulher decide morar com a companheira e publicar um livro, no qual revela assuntos muito particulares do relacionamento deles. Neste período ele está apaixonado por uma jovem de 17 anos (Mariel Hemingway), que corresponde a este amor.

4- Estação Central do Cairo (The Iron Gate, 1958)

'Estação Central do Cairo estava na minha lista de filmes para assistir há algum tempo, desde que vi o documentário "História do Cinema, uma Odisséia". No documentário esse filme é citado como uma joia do cinema egípcio, que por esse período não era muito desenvolvido e de fato pude conferir isso. Uma ótima fotografia, diálogos ágeis, boas interpretações. O filme também traz cenas de pura sensualidade, o que foi inesperado para mim, tendo em vista o que o Oriente Médio é hoje.'


Sinopse: Dirigido e protagonizado por Youssef Chahine, o filme egipcio Estação Central do Cairo (Bab El Hadid) traz a história de Qinawi, um homem deficiente físico que é contratado para trabalhar na Estação do Cairo. Qinawi é obcecado por mulheres, e como é muito discriminado por sua situação física, a única maneira de as ter é através das figuras que prega em seu pequeno quarto. Mesmo assim ele se apaixona pela bela Hanuma (Hend Rostom). Apesar dela estar apaixonada por outro homem, brinca com os sentimentos de Qinawi, que nutre esperanças de um dia casar com ela. Após ser rejeitado por Hanuma, temos a grande questão do filme, seria Qinawi um fruto de sua realidade ou um psicopata? (Resenha)

 5- Baleias de Agosto (The Whales of August,1987)

'Esse filme é um tiro em meu coração. Repleto de ternura, olho aquelas duas grandes atrizes interpretando duas irmãs e só penso na grande contribuição que deram ao cinema. A história é comovente e traz duas de minhas atrizes preferidas, além do Vincent Price.'


Sinopse: As velhas irmãs Libby (Bette Davis) e Sarah (Lillian Gish) vivem juntas numa casa ampla no rochoso litoral do Maine, onde costumavam passar o verão desde a infância, sempre de olho nas baleias que aparecem em agosto. Agora Libby está cega e Sarah precisa cuidar dela. Ambas vivem de recordações da família, dos maridos e dos amigos. 

6- Matrimônio à italiana (Matrimonio all'italiana, 1964)

'Mais um que dificilmente sairá de minha lista, e que faço questão de rever a cada ano. Sophia e Marcelo. Com tanto amor envolvido, o resultado não poderia ser outro: uma deliciosa comédia que oculta a triste história de Filumena. '


Sinopse: Sophia Loren é Filumena, uma mulher que vive um romance de muitos anos com o mulherengo Domenico. Apesar de ter uma vida em comum ele se nega a casar-se com ela. Talvez o melhor filme da dupla.

7- Farrapo Humano (The Lost Weekend, 1945)

'Sabe, Wilder é conhecido sobretudo por causa de suas comédias, mas ele foi tão divino em outros gêneros. Separei esse filme pelo tocante tema. Creio que foi um dos primeiros a trata-lo com a seriedade que merecia. Aplausos para o Ray Milland e pela direção absurda do Wilder.'


Sinopse: Em Nova York, Don Birman (Ray Milland) sonhava ser escritor, mas não consegue seu objetivo por estar sofrendo de um bloqueio. Assim, é completamente dominado pelo álcool e passa a ter como única meta obter dinheiro para continuar se embriagando, se esquecendo que as pessoas que o rodeiam sofrem por vê-lo neste estado e tudo fazem para afastá-lo da bebida. Mas enquanto a namorada, Helen St. James (Jane Wyman), editora de uma revista, quer ajudá-lo, ele bebe cada vez mais.

8- Vidas Amargas (East of Eden, 1955)

'Mais um que revejo anualmente e cuja trilha sonora me acompanha. O filme aborda o segundo livro que trata dos dois irmãos. E ao ler só consigo enxergar o James Dean como o Cal, irmão injustiçado e que também tenho vontade de colocar no colo.'


Sinopse: No Vale das Salinas, na Califórnia, na época da Primeira Guerra Mundial, Cal Trask (James Dean) disputa com o irmão Aaron (Richard Davalos), o "menino de ouro" da família, o amor de seu pai. Cal se sente solitário, e desde a infância luta pela atenção do pai, que não esconde sua preferência pelo outro filho. Só que uma surpresa muda um pouco as coisas: Cal descobre que sua mãe, dada como morta há muito tempo, mora perto dele. Ele vai fazer um empréstimo com ela, que virou prostituta, para salvar a fazenda da família e ganhar a aprovação do pai.

9- O Mundo de Apu (Apur Sansar, 1959)

'Em uma das cenas mais significativas do cinema mundial, o personagem Apu joga fora os manuscritos de seu único livro escrito. Depois de tantas lutas e abandonos, ele retorna à natureza cansado de lutar. Aqui temos um homem desiludido e sem perspectivas, curvando os ombros após os devaneios de uma vida que lhe foi madrasta. Jogando fora os manuscritos ele apaga os rastros do passado e tenta esquecer-se de si mesmo enquanto as folhas espalham-se pela floresta. Ele respira novamente a natureza, e ela engole as páginas de sua vida. Eis meu motivo para amar este filme. Sua simbologia e sensibilidade.'


Sinopse: Apu (Soumitra Chatterjee) é um estudante recém-formado e desempregado que sonha em ser escritor. O amigo Pulu (Swapan Mukherjeeo) o convida para um casamento, onde uma grande confusão acontece e Apu acaba casado com a noiva, Aparna (Sharmila Tagore). Os dois seguem para Calcutá, mas um trágico destino os aguarda. (Resenha)

10- O Garoto (The Kid, 1921) 

'Esse sempre será o filme de minha vida. Foi com ele que me apaixonei por Chaplin, e por que não dizer, pelo cinema. Ele é o culpado por todo o amor que desenvolvi pelo vagabundo. De quando Chaplin nos deixou confusos, sem saber se ríamos ou chorávamos.'

Sinopse: Uma mãe solteira deixa um hospital de caridade com seu filho recém-nascido. A mãe percebe que ela não pode dar para seu filho todo o cuidado que ele precisa, assim ela prende um bilhete junto a criança, pedindo que quem o achar cuide e ame o seu bebê, e o deixa no banco de trás de um luxuoso carro. Entretanto, o veículo é roubado por dois ladrões, que, quando descobrem o menino, o abandonam no fundo de uma ruela. Sem saber de nada, um vagabundo faz o seu passeio matinal e encontra a criança. Inicialmente, o homem quer se livrar dele, mas diversos fatores sempre o impedem e, gradativamente, ele passa a amá-lo. Enquanto isso, a mãe se arrepende e tenta reencontrar seu filho, mas quando descobre que o carro foi roubado, pensa que nunca mais verá sua criança. (Matéria sobre o reencontro dos dois)

Perigosa (Dangerous, 1935)


No filme que lhe rendeu seu primeiro Oscar, Bette Davis brilha ao lado de Franchot Tone, interpretando uma atriz de teatro decadente, que busca conforto na bebida para tentar esquecer seus dias de glória e toda a culpa e amargura que lhe atormentam.


Bette Davis interpreta uma mulher de aparência quase miserável que vive de bar em bar procurando embriagar-se, mesmo não tendo sequer dinheiro para pagar suas inúmeras bebidas. Certo dia, Donald Bellows, um jovem rico e elegante, presencia um dos lamentáveis incidentes da moça. Sem acreditar no que seus olhos veem, ele se da conta que a jovem em questão é ninguém menos que Joyce Heath, a grande atriz que havia lhe fascinado anos antes, cuja presença nos palcos era tão impactante que fez com que Donald tivesse verdadeira adoração pela estrela.


Impressionado com a deterioração de Joyce, Donald decide ajuda-la e, mesmo sendo noivo de outra mulher, leva a atriz para sua casa de campo, para que ela possa ser tratada adequadamente e fique longe do álcool por um tempo. Inicialmente grosseira e mal-educada, Joyce se sente contrariada e trata com desprezo seu anfitrião. Aos poucos, no entanto, os dois começam a se entender melhor e logo começa a surgir uma grande atração entre eles. O rapaz, que sempre admirou seu talento, acaba se apaixonando por Joyce, decidindo arriscar tudo por seu amor. Após terminar seu relacionamento anterior, ele toma a decisão de reerguer a carreira de sua amada, que o adverte que ela é uma mulher amaldiçoada. Em algumas de suas peças anteriores, acontecimentos negativos criaram a cresça de que era a presença da atriz que dava azar a todos ao seu redor, fazendo com que a frequência de seus trabalhos diminuísse, a ponto dela abandonar os palcos e levando-a a tornar-se a figura decadente que busca a fuga de seus problemas na bebida que ele havia conhecido dias atrás. 


Com a oportunidade de interpretar o papel que sempre sonhou em seu retorno ao teatro e a presença de um novo amor em sua vida, Joyce se encontra feliz como nunca esteve antes. Quando o apaixonado Donald pede sua mão em casamento, o aparente momento de alegria se torna um grande problema para Joyce, que tem um grande segredo guardado. 


Em vez de fazer o óbvio e revelar toda a verdade ao amado, Joyce decide resolver seu impasse por conta própria. Por se considerar uma pessoa sem sorte e sem o direito de ser feliz, ela tem medo das consequências que sua revelação, por mais banal que seja, poderá trazer ao seu relacionamento. Com isso, ela acaba apenas tendo mais problemas e tomando uma decisão que pode acabar em tragédia e acarretar de ver o fim de seu romance com Donald.


Embora tenha ficado orgulhosa por ter vencido a estatueta e sempre tenha tido plena consciência de seu talento, Bette Davis acreditada que não havia merecido o prêmio por sua atuação em Perigosa e que a verdadeira vencedora deveria ter sido Katharine Hapburn, por seu desempenho em A Mulher Que Soube Amar, também de 1935. A atriz achava que o prêmio tinha sido uma espécie de consolação por não ter sido sequer nomeada no ano anterior, por sua interpretação em Escravos do Desejo. 


Reza a lenda que a lendária rivalidade entre Bette Davis e Joan Crawford começou durante as gravações do longa, por causa de Franchot Tone. Embora praticamente desconhecido nos dias de hoje, o ator era visto com frequência nos papéis principais de diversos longas na década de 30 e arrebatou o coração das duas divas. Bette revelou que ficou perdidamente apaixonada por ele, porém o ator acabou preferindo Crawford, com quem se casou pouco depois da estreia do filme.

O filme foi lançado pela Classicline e pode ser encontrado nas melhores lojas do ramo. Clique para comprar : Livraria Cultura - Livraria da Folha

domingo, 8 de janeiro de 2017

Fotos, gifs e vídeos de Elvis Presley

Hoje seria aniversário do Rei do Rock, nascido dia 8 de janeiro de 1935. Abaixo, uma pequena homenagem a um dos maiores artistas que o mundo teve a honra de conhecer, com uma mistura de fotos, gifs e vídeos de sua vida e carreira:

Décadas de 40 e 50

Na infância, nos anos 40




Em 1955 via


Em 1956



Nos bastidores de Ama-me com Ternura (Love Me Tender, 1956)


Com Debra Paget, durante as gravações do filme via


Fotografado para a publicidade do longa


Em uma loja de discos em Memphis, 1957 via


Fotografado por Alfred Wertheimer. no trem para Memphis, 1956 via


Gravando no estúdio da RCA, Nova York, 1956 via


Com a atriz Natalie Wood, em 1956 via


Distribuindo autógrafos em 1956



Em O Prisioneiro do Rock (Jailhouse Rock , 1957) via











Nos bastidores do filme


Vídeo caseiro com Dolores Hart, em 1958


Com seus pais, Vernon and Gladys Presley, em 1958 via



Em Balada Sangrenta (King Creole, 1958)



Com Sophia Loren em 1958


Década de 60

Deixando o exército e voltando para casa em 1960


Em 1960


Cantando com Frank Sinatra em 1960


Em Saudades de um Pracinha (G.I. Blues, 1960)


Em Feitiço Havaiano (Blue Hawaii, 1961)


Cantando No More no filme


Em Washington, 1962 via



Em Garotas, Garotas e Mais Garotas ( Girls Girls Girls, 1962)


Nos bastidores de Loiras, Morenas e Ruivas (It Happened at the World's Fair, 1963)


Em O Seresteiro de Acapulco (Fun in Acapulco, 1963)


Cantando Bossa Nova Baby no filme


Com Barbara Stanwyck nos bastidores de Carrossel de Emoções (Roustabout, 1964) via



Com Ann-Margret em Amor à Toda Velocidade (Viva Las Vegas, 1964) via






Cena do filme Cavaleiro Romântico (Tickle Me, 1965)


Em sua amada Graceland, 1965 via




Em Feriado no Harém (Harum Scarum, 1965) via


Nos bastidores de Entre a Loira e a Morena (Frankie and Johnny, 1966)


Com Priscilla no jardim de Graceland, 1966 via


Com Priscilla em 1967 via

 

Com Priscilla no dia de seu casamento, em 1967




Com Nancy Sinatra em O Bacana do Volante (Speedway, 1968) via



Com Priscilla em 1968 via


Com Priscilla e Lisa ainda no mesmo ano


Vídeo com a família e amigos na praia




Em 1969


Em Charro! (1969) via



Em Las Vegas, com a esposa Priscilla, após um show de Barbra Streisand, 1969 via


Nos bastidores de Ele e as Três Noviças (Change of Habit, 1969) via


Na frente de sua casa em Beverly Hills, 1969 via


Vídeos caseiros em família


Com Priscilla e Fred Astaire, 1969


Década de 70

Fotografado com Priscilla em sua casa em Beverly Hills, 1970 via



Com a filha Lisa Marie, em 1970 


Cantando Suspicious Minds ao vivo em Las Vegas, 1970


Em 1970 via



Em 1972 via




Com Priscilla no aniversário de 5 anos de Lisa, em 1973 via


Com Muhammad Ali, em 1973




Em 1974



Com Diane Goodin em 1975 via


Em 1976 via