Com gerações de atores, a família Barrymore já era lendária antes mesmo da criação do cinema, estabelecendo grande reconhecimento no teatro. O primeiro clã de Hollywood, os irmãos Lionel, Ethel e John Barrymore não fugiram à tradição dos palcos e se aventuraram nos filmes ainda na era silenciosa. O caçula dentre os três, John tornou-se um renomado intérprete de Shakespeare, atuando em peças como 'Richard III' (1920) e 'Hamlet' (1922). Nas telas, protagonizou 'O Médico e o Monstro' (Dr. Jekyll e Mr. Hyde, 1920), 'Sherlock Holmes' (1922) e 'Don Juan' (1926), recebendo a alcunha de 'O Grande Perfil'. Com a chegada do som, sua carreira continuou sólida, graças ao seu treinamento vocal para o teatro, que despertou interesse dos estúdios. 'Grande Hotel' (Grand Hotel, 1932), 'Jantar às Oito' (Dinner at Eight, 1933) e 'Suprema Conquista' (Twentieth Century, 1934) foram alguns de seus trabalhos mais notórios.
terça-feira, 30 de março de 2021
O dia em que os amigos roubaram o corpo de John Barrymore para uma última noitada
domingo, 21 de março de 2021
Filmes da última década com atores e atrizes clássicos
A atriz italiana continua na ativa, aparecendo principalmente em filmes de seu próprio país. Um de seus projetos mais recentes é 'Bronx' (2020), longa produzido pela Netflix, onde interpreta a personagem Catarina Bastiani. Na comédia romântica 'Todos os Caminhos Levam a Roma' (All Roads Lead to Rome, 2015), estrelado por Sarah Jessica Parker, ela vive a matriarca Carmen, uma senhora que foge junto com a filha adolescente da protagonista, para reencontrar um grande amor do passado.
Continuando com as musas italianas, Sophia Loren está oficialmente aposentada mas vira e mexe, quando um projeto lhe desperta interesse, acaba voltando às telas. A atriz apareceu mais recentemente no musical 'Nine' (2009) e no longa biográfico 'La mia casa è piena di specchi' (2010), onde interpreta sua mãe, Romilda Villani. Dirigida por seu filho Edoardo Ponti, a veterana volta a brilhar como Madame Rosa, uma mulher sobrevivente do holocausto que acolhe um menino negro que foi pego assaltando. Os dois acabam desenvolvendo uma forte relação de amizade e cumplicidade. O filme está do catálogo de originais da Netflix.
Joan Collins é outra que ainda está na ativa, ainda que em pequenas participações, principalmente em programas para a televisão. Em seu último longa, a atriz protagoniza ao lado de Pauline Collins uma espécie de 'Thelma e Louise' da terceira idade, só que sem a parte dos roubos! rs Joan vive uma ex-estrela de cinema, enquanto Pauline é uma tímida mãe de família em um casamento infeliz. As duas iniciam uma amizade repleta de discussões e partem em uma viagem de carro de Londres para a França, tentando recuperar o tempo perdido, cada uma com seus próprios motivos. O divertido longa também conta com Franco Nero no elenco.
Estrelado agora por Emily Blunt, no papel que havia sido de Julie Andrews em 1964, 'O Retorno de Mary Poppins' (Mary Poppins Returns, 2018) traz novamente a babá mais famosa do cinema para ajudar a família Banks. A continuação é ambientada algumas décadas após a história mostrada no primeiro longa, com Mary Poppins sendo designada para cuidar dos filhos de Michael. O longa tem participações de Dick Van Dyke, que interpretou Bert na versão anterior, e da atriz Angela Lansburry.
Outro longa no estilo Agatha Christie que conta com um astro veterano como patriarca - e vítima de assassinato - é 'Mistério no Mediterrâneo' (Murder Mystery, 2019), comédia policial estrelada por Adam Sandler e Jennifer Aniston. O papel é interpretado por Terence Stamp, outra figurinha fácil em diversos filmes atuais. O longa é centrado em um casal de classe média que acaba sendo convidado para um final de semana a bordo de um luxuoso iate, onde ocorre a festa de um milionário excêntrico e tirano (Stamp) que, para variar, termina em tragédia. Cabe ao atrapalhado casal investigar quem é o criminoso em meio à gananciosa família do morto.
Repetindo a parceria de 'Descalços no Parque' (Barefoot in the Park, 1967), 'A Caçada Humana' (The Chase, 1966) e O Cavaleiro Elétrico (The Electric Horseman, 1979), Robert Redford e Jane Fonda voltaram a atuar juntos em 'Nossas Noites' (Our Souls at Night, 2017), drama sobre dois viúvos solitários que decidem fazer companhia um ao outro todas as noites, sem envolvimento sexual. Aos poucos, os dois começam a intensificar a relação, que é fortemente desaprovada pelo filho dela.
Eva Marie Saint faz eventuais participações em longas, estando afastada das telas desde 'Um Conto do Destino' (Winter's Tale, 2014). No papel de uma madre, ela retornou ao cinema em 2019, no filme 'Mariette in Ecstasy', baseado na obra homônima escrita por Ron Hansen, sobre uma freira recém ordenada e seus dias em um convento.
A sempre maravilhosa Shirley MacLaine protagoniza o longa sobre uma mulher de negócios aposentada que, após saber que não lhe resta muito tempo devido a uma doença, decide escrever seu próprio obituário, contando com a ajuda de uma jovem escritora. Insatisfeita com os resultados, ela decide reescrever sua história e sai em uma aventura; Recentemente, a atriz também apareceu em 'A Pequena Sereia' (The Little Mermaid, 2018) e 'Noelle' (2019).
terça-feira, 16 de março de 2021
Os 100 livros favoritos de David Bowie
Além de cantor, compositor e ator, David Bowie ainda arrumava tempo para ser um leitor ávido! Um dos maiores nomes do rock, o músico britânico tornou-se famoso, além de sua música, por suas constantes mudanças de visual, ganhando o apelido de 'camaleão'. No campo da leitura, pode-se dizer que Bowie também era bastante versátil, apreciando vários gêneros literários, como pode ser observado na lista divulgada em 2017 pelo filho do cantor, Duncan Jones, que chegou a fazer um desafio com os fãs de seu pai. Confira abaixo os seus 100 livros favoritos:
01- Entrevistas com Francis Bacon, de David Sylvester (Encontre aqui)
02- Billy Liar, de Keith Waterhouse (*Encontre aqui)
03- Almas em Leilão, de John Braine (Encontre aqui)
04- On Having No Head, de Douglas Harding (*)
05- Kafka Was The Rage, de Anatole Broyard (*Encontre aqui)
06- Laranja Mecânica, de Anthony Burgess (Encontre aqui)
07- As Cidades da Noite, de John Rechy (Encontre aqui)
08- A Fantástica Vida Breve, de Oscar Wao, de Junot Diaz (Encontre aqui)
09- Madame Bovary, de Gustave Flaubert (Encontre aqui)
10- Ilíada, de Homero (Encontre aqui)
11- Enquanto Agonizo, de William Faulkner (Encontre aqui)
12- Tadanori Yokoo, de Tadanori Yokoo (*)
13- Berlin Alexanderplatz, de Alfred Döblin (Encontre aqui)
14- Dentro da Baleia e Outros Ensaios, de George Orwell (Encontre aqui)
15- Os Destinos do Sr. Norris, de Christopher Isherwood (Encontre aqui)
16- Halls Dictionary Of Subjects And Symbols In Art, de James A. Hall (*Encontre aqui)
17- David Bomberg, de Richard Cork (*)
18- Blast, de Wyndham Lewis (*)
19- Passando-se, de Nella Larson (Encontre aqui)
20- Beyond The Brillo Box, de Arthur C. Danto (*)
21- The Origin Of Consciousness In The Breakdown Of The Bicameral Mind, de Julian Jaynes (*Encontre aqui)
22- No Castelo do Barba Azul, de George Steiner (Encontre aqui)
23- Duplo Diabólico, de Peter Ackroyd (Encontre aqui)
24- O Eu Dividido, de R. D. Laing (Encontre aqui)
25- O Estrangeiro, de Albert Camus (Encontre aqui)
27- Em Busca de Christa T., de Christa Wolf (Encontre aqui)
28- O Rastro dos Cantos, de Bruce Chatwin (Encontre aqui)
29- Noites no Circo, de Angela Carter (Encontre aqui)
30- O Mestre e Margarida, de Mikhail Bulgakov (Encontre aqui)
31- A Primavera da Srta. Jean Brodie, de Muriel Spark (Encontre aqui)
32- Lolita, de Vladimir Nabokov (Encontre aqui)
33- Herzog, de Saul Bellow (Encontre aqui)
34- Puckoon, de Spike Milligan (*Encontre aqui)
35- Black Boy, de Richard Wright (Encontre aqui)
36- O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald (Encontre aqui)
37- O Marinheiro que Perdeu as Graças do Mar, de Yukio Mishima (Encontre aqui)
38- O Zero e o Infinito, de Arthur Koestler (Encontre aqui)
39- A Terra Inútil, de T.S. Elliot (Encontre aqui)
40- McTeague, de Frank Norris (*Encontre aqui)
41- Grana, de Martin Amis (Encontre aqui)
42- O Outsider, de Colin Wilson (Encontre aqui)
43- Strange People, de Frank Edwards (*Encontre aqui)
44- English Journey, de J.B. Priestley (*)
45- Uma Confraria de Tolos, de John Kennedy Toole (Encontre aqui)
46- O Dia do Gafanhoto, de Nathanael West (Encontre aqui)
47- 1984, de George Orwell (Encontre aqui)
48- A Vida e a Época de Little Richard, de Charles White (Encontre aqui)
49- Awopbopaloobop Alopbamboom: The Golden Age of Rock, de Nik Cohn (*Encontre aqui)
50- Mystery Train, de Greil Marcus (*Encontre aqui)
53- Ruído Branco, de Don DeLillo (Encontre aqui)
54- Sweet Soul Music: Rhythm And Blues And The Southern Dream Of Freedom, de Peter Guralnick (*Encontre aqui)
55- Silêncio: Conferências e Escritos, de John Cage (Encontre aqui)
56- Writers At Work: The Paris Review Interviews, editado por Malcolm Cowley (*)
57- The Sound Of The City: The Rise Of Rock And Roll, de Charlie Gillett (*Encontre aqui)
58- Octobriana And The Russian Underground, de Peter Sadecky (*)
59- The Street, de Ann Petry (*Encontre aqui)
60- Garotos Incríveis, de Michael Chabon (Encontre aqui)
61- Última Saída para o Brooklyn, de Hubert Selby Jr. (Encontre aqui)
62- A People’s History Of The United States, de Howard Zinn (*Encontre aqui)
63- The Age Of American Unreason, de Susan Jacoby (*Encontre aqui)
64- Metropolitan Life, de Fran Lebowitz (*)
65- The Coast Of Utopia, de Tom Stoppard (*Encontre aqui)
66- A Ponte, de Hart Crane (Encontre aqui)
67- All The Emperor’s Horses, de David Kidd (*)
68- Na Ponta dos Dedos, de Sarah Waters (Encontre aqui)
69- Poderes Terrenos, de Anthony Burgess (Encontre aqui)
70- Paralelo 42, de John Dos Passos (Encontre aqui)
71- Tales Of Beatnik Glory, de Ed Sanders (*)
72- O Pintor de Pássaros, de Howard Norman (Encontre aqui)
73- Nowhere To Run The Story Of Soul Music, de Gerri Hirshey (*Encontre aqui)
74- Antes do Dilúvio, de Otto Friedrich (Encontre aqui)
75- Personas Sexuais: Arte e Decadência de Nefertite a Emily Dickinson, de Camille Paglia (Encontre aqui)
77- A Sangue Frio, de Truman Capote (Encontre aqui)
78- O Amante de Lady Chatterley, de D.H. Lawrence (Encontre aqui)
79- A Criação da Juventude, de Jon Savage (Encontre aqui)
80- Vile Bodies, de Evelyn Waugh (*Encontre aqui)
81- Nova Técnica de Convencer, de Vance Packard (Encontre aqui)
82- Da Próxima Vez, o Fogo, de James Baldwin (Encontre aqui)
83- Viz (quadrinhos, início da década de 1980) (*)
84- Private Eye (revista satírica, décadas de 1960 a 1980) (*)
85- Selected Poems, de Frank O’Hara (*)
86- O Julgamento de Kissinger, de Christopher Hitchens (Encontre aqui)
87- O Papagaio de Flaubert, de Julian Barnes (Encontre aqui)
88- Os Cantos de Maldodor, de Comte de Lautréamont (Encontre aqui)
89- On The Road, de Jack Kerouac (Encontre aqui)
90- Mr. Wilson’s Cabinet of Wonders, de Lawrence Weschler (*)
91- Zanoni, de Edward Bulwer-Lytton (Encontre aqui)
92- Dogma e Ritual da Alta Magia, de Eliphas Lévi (Encontre aqui)
93- Os Evangelhos Gnósticos, de Elaine Pagels (Encontre aqui)
94- O Leopardo, de Giusseppe Tomasi Di Lampedusa (Encontre aqui)
95- Inferno, de Dante Alighieri (Encontre aqui)
96- Grave For A Dolphin, de Alberto Denti di Pirajno (*)
97- O Ataque, de Rupert Thomson (Encontre aqui)
98- In Between The Sheets, de Ian McEwan (*Encontre aqui)
99- Tragédia de um Povo, de Orlando Figes (Encontre aqui)
100- Journey Into The Whirlwind, de Eugenia Ginzburg (*Encontre aqui)
sexta-feira, 12 de março de 2021
Três vezes em que estrelas foram 'canceladas' por causa de seus cabelos
Na sociedade, os cabelos são considerados a moldura do rosto. A indústria de cosméticos especializados oferece uma ampla lista de produtos de tratamento e coloração para que mulheres possam se sentir mais confiantes com suas madeixas. Elas, por sua vez, podem variar em cortes, pinturas e penteados de acordo com o gosto pessoal, a moda atual ou a personalidade de cada uma.
No cinema, os cabelos tem uma importância ainda maior, já que a composição de cada personagem exige uma caracterização diferente para auxiliar o processo de criação da representação através do elemento visual. No entanto, muitas vezes o público gosta tanto do que vê nas telas que os cabelos se tornam verdadeiras marcas registradas de algumas estrelas, como o corte 'La Garçonne' de Louise Brooks, o loiro platinado de Jean Harlow ou o estilo 'pantera' de Farrah Fawcett que marcou a década de 70.
Todavia, em alguns casos, o sucesso acaba se voltando contra os astros e os tornando reféns de suas próprias imagens. Diversas vezes, carreiras foram arruinadas por escândalos em tabloides ou pelo menor sinal de envelhecimento, que ia de encontro à perfeição e ao glamour inalcançáveis que eram cuidadosamente construídos pelos estúdios para encantar o grande público. Em algumas situações, como as que vamos ver abaixo, foram os cabelos os vilões para as atrizes que, assim como o personagem bíblico Sansão, perderam sua força ao corta-los:
Mary Pickford
'Forever Yours' (1930) e 'Kiki' (1931) mostraram que sua popularidade estava decaindo e que seus tempos de glória estavam ficando para trás. Após a estreia de 'Segredos' (Secrets, 1933) ela decidiu se aposentar definitivamente. Em 1976, foi congratulada com o Oscar Honorário por sua contribuição ao cinema. Faleceu em 1979, tendo passado seus últimos anos vivendo reclusa em sua mansão.
Se as comédias malucas, ou screwball comedy em inglês, deram o tom da década de 30, pode-se dizer que os filmes noir foram o ponto alto dos anos 40. Com a popularidade das 'femme fatale', encontradas neste subgênero, a sensualidade e o ar de mistério começaram a ser características procuradas nas aspirantes à fama em Hollywood. Quando uma mecha de cabelo loiro insistia em cair sobre um dos olhos da iniciante Veronica Lake durante um teste para o longa de guerra 'Revoada das Águias' (I Wanted Wings, 1941), o produtor Arthur Hornblow soube imediatamente que havia encontrado uma nova estrela. O penteado, que ficou conhecido como 'peek a boo' (que significa algo como 'espreitar'), tornou-se uma verdadeira febre entre o público feminino da época e impulsionou a carreira de Lake, que passou de figurante à protagonista.
Considerada um dos maiores 'produtos' do star system de Hollywood, Margarita Cansino precisou fazer uma transformação completa para se tornar uma estrela. De origem hispânica, a jovem dançarina foi submetida a cirurgias plásticas no nariz e no queixo, além de um doloroso procedimento para aumentar a testa. Os cabelos, agora longos, ondulados e ruivos foram o ornamento perfeito para sua versão, repaginada e europeizada. Assim, Margarita deixou de existir, dando lugar a Rita Hayworth. Seja seduzindo Tyrone Power em 'Sangue e Areia' (Blood and Sand, 1941), seja dançando com Gene Kelly e Fred Astaire nos musicais que a tornaram a rainha da Columbia, seu nome tornava-se cada vez mais popular, atingindo o ápice da fama ao interpretar 'Gilda' em 1946. Com a estreia do longa, onde boatos diziam que a beldade aparecia completamente nua e atraiam multidões às salas de cinema, as madeixas avermelhadas da atriz viraram sinônimo de glamour e sensualidade, tornando-a a ruiva mais famosa do cinema.
segunda-feira, 1 de março de 2021
Fotos caseiras de Natalie Wood em família durante a década de 1970 e início de 1980
Natalie Wood começou a atuar ainda na infância, durante a década de 40, aparecendo em filmes como 'O Fantasma Apaixonado' (The Ghost and Mrs. Muir, 1947) e o clássico natalino 'De Ilusão Também se Vive' (Miracle on 34th Street, 1947). Foi como a adolescente Judy em 'Juventude Transviada' (Rebel Without a Cause, 1955) que sua carreira finalmente se consolidou, passando de atriz mirim à estrela de cinema. Nos anos seguintes, emendou um trabalho após o outro, conseguindo 3 indicações ao Oscar. No entanto, apesar do sucesso profissional, sua vida pessoal não ia tão bem quanto ela gostaria. Com dois casamentos terminados em divórcio, o primeiro com Robert Wagner (1957 - 1962) e o segundo com Richard Gregson (1969 - 1972), a atriz decidiu dar uma pausa das telas para se dedicar ao seu grande sonho: ser mãe. Após o nascimento de primogênita, Natasha Gregson Wagner (29 de setembro de 1970), ela ainda cuidava do processo de separação quando se reaproximou de Wagner e os dois voltaram a se relacionar, oficializando a união em 1972. Juntos tiveram uma filha, Courtney Brooke Wagner, em 9 de março de 1974.
Abaixo, você confere algumas imagens tiradas durante o período de 1970 até 1981, quando a atriz se dedicava ao máximo à família, trabalhando principalmente esporadicamente, geralmente em produções para a televisão. As fotos pertencem ao site nataliewood.co
Em 1977

































































