Desafio de filmes obrigatórios para ver e rever em 2017

Não sei vocês, mas eu vivo adiando assistir alguns SUPER clássicos, seja por preguiça, seja por ter um certo medinho ou preconceito com a história, um certo receio de não gostar. Por isso, decidi fazer uma lista com 12 filmes, um para cada mês do ano, que eu preciso tomar coragem e finalmente ver em 2017. A ordem é aleatória, só numerei para ficar mais fácil a contagem.

1- Uma Cruz à Beira do Abismo (The Nun's Story, 1959)


Filme da minha atriz favorita, Audrey Hepburn, e eu vergonhosamente ainda não assisti, mesmo tendo o dvd em casa há pra la de 5 anos. Não me perguntem o motivo da procrastinação, nem eu mesma sei!

Sinopse: Em 1930, a jovem Gabrielle Van der Mal (Audrey Hepburn), filha de um famoso cirurgião, decide largar tudo e se tornar freira, fazendo votos de pobreza, obediência e castidade. Ela tem dificuldades para se adpatar as novas regras, mas se dedica ao máximo nos seus estudos de medicina. Seu maior desejo é ir trabalhar como enfermeira no Congo Belga, mas após a primeira prova é enviada a enfermaria de um sanotório. Depois de alguns anos lá, ela finalmente consegue ir para a África, onde conhece o cínico, ateu e brilhante médico Fortunati (Peter Finch).

2- Laranja Mecânica (A Clockwork Orange, 1971)


No caso desse filme, o motivo de não ter visto ainda é um certo medo de odiar, porque é um clássico 'ame ou odeie', e acado sempre adindo.

Sinopse: No futuro, o violento Alex (Malcolm McDowell), líder de uma gangue de delinquentes que matam, roubam e estupram, cai nas mãos da polícia. Preso, ele recebe a opção de participar em um programa que pode reduzir o seu tempo na cadeia. Alex vira cobaia de experimentos destinados a refrear os impulsos destrutivos do ser humano, mas acaba se tornando impotente para lidar com a violência que o cerca.

3- Cinema Paradiso (Nuovo Cinema Paradiso, 1988)


Já quero assistir há muito tempo, mas é um típico caso de filme que nunca 'esbarrei' por aí, como ter acesso ao dvd de um amigo ou achar por acaso para download ou passando na televisão, e também nunca fui atrás, então foi sendo adiado.

Sinopse: Nos anos que antecederam a chegada da televisão em uma pequena cidade da Sicília, o garoto Toto (Salvatore Cascio) ficou hipnotizado pelo cinema local e iniciou uma amizade com Alfredo (Philippe Noiret), projecionista que se irritava com certa facilidade, mas tinha um enorme coração. Todos estes acontecimentos chegam em forma de lembrança quando Toto (Jacques Perrin), agora um um cineasta de sucesso, recebe a notícia de que Alfredo faleceu.

4- O Iluminado (The Shining, 1980)


Esse caso é simples: Medo, puro e simples! HAHAHAHAHAHA Sou do tipo que tem medo de filmes de terror.

Sinopse: Durante o inverno, um homem (Jack Nicholson) é contratado para ficar como vigia em um hotel no Colorado e vai para lá com a mulher (Shelley Duvall) e seu filho (Danny Lloyd). Porém, o contínuo isolamento começa a lhe causar problemas mentais sérios e ele vai se tornado cada vez mais agressivo e perigoso, ao mesmo tempo que seu filho passa a ter visões de acontecimentos ocorridos no passado, que também foram causados pelo isolamento excessivo.

5- Cidadão Kane (Citizen Kane, 1941)


Tenho a intuição que não irei gostar muito, o que só é agravado com todos os meus amigos confirmando que o filme é chato, embora seja um dos mais reverenciados do cinema, ou seja, somos hereges. 

Sinopse: Dirigido por Orson Welles, o longa conta a ascensão de um mito da imprensa americana. De garoto pobre no interior a magnata de um império do jornalismo e da publicidade mundial. Inspirado na vida do milionário William Randolph Hearst.

6- Um Dia Muito Especial (Una giornata particolare, 1977)


Sim, eu confesso, vejo pouca coisa do cinema europeu, mas ao contrário do que o nome do blog sugere, não é porque gosto apenas de Hollywood, mas sim por uma certa preguiça, já que o acesso aos filmes americanos acaba sendo mais fácil. Em 2017 pretendo melhorar isso!

Sinopse: Roma, 6 de maio de 1938. Benito Mussolini e Adolf Hitler se encontraram para selar a união política que, no ano seguinte, levaria o mundo à 2ª Guerra Mundial. Praticamente toda a população vai ver este acontecimento, inclusive o marido fascista de Antonietta (Sophia Loren), uma solitária dona de casa que conhece acidentalmente Gabriele (Marcello Mastroianni), seu vizinho, quando seu pássaro de estimação foge e ela o encontra pousado na janela do vizinho. Antonietta nunca falara com Gabrielle, que tinha sido demitido recentemente da rádio onde trabalhava por ser homossexual. Ela, por sua vez, era uma esposa infeliz e insegura pelo fato de não ter uma formação profissional. Gradativamente os dois desenvolvem um tipo muito especial de amizade.

7- Nosso Amor de Ontem (Nosso Amor de Ontem (The Way We Were, 1973)


Mais uma vez a preguiça se mostra presente, pois sempre quis ver esse filme, mas nunca fui atrás!

Sinopse: Em 1937, Katie Morosky (Barbra Streisand), uma judia comunista, desperta a atenção de Hubbell Gardiner (Robert Redford), um protestante de uma rica família, em virtude de ser uma pacifista convicta. Cada um segue seu caminho, ele se dedicando a escrever e ela trabalhando em uma rádio. Quase oito anos depois os dois se encontram por acaso em Nova York, quando Katie vê Hubbell, que cochila em uma boate. Provavelmente por serem bem diferentes e os opostos se atraem os dois se apaixonam. Porém Katie sente-se pouco à vontade com os amigos de Gardiner, sendo que quando algo não a agrada, o que acontece freqüentemente, é motivo para um acalorado protesto. Após discussões e o fracasso do primeiro livro de Hubbell, eles vão para Hollywood, onde Gardiner escreverá o roteiro de um filme para J.J. (Bradford Dillman), um amigo de Hubbell que se tornou produtor. Katie diz para Hubbell que está grávida, mas nem tudo corre bem e, para piorar, o macarthismo domina o país, transformando a liberdade de expressão em algo muito perigoso, que pode custar o emprego e a liberdade de quem desafia o Comitê de Atividades Anti-Americanas.

8- Uma Mulher é uma Mulher (Une femme est une femme, 1961)


Já falei acima sobre minha falha com cinema europeu, então esse filme se encaixa no mesmo caso.

Sinopse: Angela (Anna Karina), uma dançarina de cabaré, deseja ter um bebê e tenta convencer seu namorado, Émile (Jean-Claude Brialy), a ir adiante com a idéia, mas ele não concorda. Assim, ela acaba procurando o amigo de Emile, Alfred (Jean-Paul Belmondo), para realizar seu desejo.

9- Era Uma Vez na América (Once Upon a Time in America, 1984)


Amo filmes do tipo, mas é um filme longo e que você tem que ter certa paciência e disposição para ver, exige preparo psicológico! hahahahaha

Sinopse: Na década de 20, David Aaronson (Robert De Niro) e Maximillian Bercouicz (James Woods), dois amigos de descendência judaica, crescem juntos cometendo pequenos crimes nas ruas do Lower East Side, Nova York. Gradualmente estes crimes assumem proporções maiores e a Máfia judaica passa a ter tanta força que os amigos do passado se tornam rivais. Esta saga percorre desde seus dias de infância, atravessa o apogeu durante a Lei Seca e retrata o reencontro deles após 35 anos.

10- O Sol é para Todos (To Kill a Mockingbird, 1962)


Sem desculpas para mim, tem até no Netflix, não vi por preguiça mesmo, mas acho que vou amar e quero muito ler o livro também!

Sinopse: Jean Louise Finch (Mary Badham) recorda que em 1932, quando tinha seis anos, Macomb, no Alabama, já era um lugarejo velho. Nesta época Tom Robinson (Brock Peters), um jovem negro, foi acusado de estuprar Mayella Violet Ewell (Collin Wilcox Paxton), uma jovem branca. Seu pai, Atticus Finch (Gregory Peck), um advogado extremamente íntegro, concordou em defendê-lo e, apesar de boa parte da cidade ser contra sua posição, ele decidiu ir adiante e fazer de tudo para absolver o réu.

11- Gritos e Sussurros (Viskningar och rop, 1972)


Um projeto é ver mais filmes do Bergman! Gritos e Sussurros é um dos maiores clássicos do diretor e um dos que mais me chamam a atenção, especialmente pela belíssima fotografia.

Sinopse: Em uma casa no campo uma mulher está bastante enferma e recebe cuidados de suas duas irmãs e de uma empregada da família, que precocemente perdeu sua filha e por isso extravaza seu amor de mãe dando o maior carinho possível para aquela moça tão debilitada. Dentro deste contexto lembranças, frustrações e imaginações em um misto de amor e ódio surgem no interior de cada pessoa.

12- Casablanca (1942)


Não me matem! Já assisti Casablanca e não gostei! Sim, essa é a verdade! Um dos clássicos favoritos de muita gente, assisti há alguns anos e simplesmente não me cativou, mas como com o passar dos anos nós mudamos, e com certeza assisti com muita expectativa, quero assistir novamente para tirar minhas conclusões.

Sinopse: Durante a Segunda Guerra Mundial, muitos fugitivos tentavam escapar dos nazistas por uma rota que passava pela cidade de Casablanca. O exilado americano Rick Blaine (Humphrey Bogart) encontrou refúgio na cidade, dirigindo uma das principais casas noturnas da região. Clandestinamente, tentando despistar o Capitão Renault (Claude Rains), ele ajuda refugiados, possibilitando que eles fujam para os Estados Unidos. Quando um casal pede sua ajuda para deixar o país, ele reencontra uma grande paixão do passado, a bela Ilsa (Ingrid Bergman). Este amor vai encontrar uma nova vida e eles vão lutar para fugir juntos.

E vocês? Quais são os filmes que vocês tem pé atrás ou enrolam para assistir? Coloquem aqui nos comentários.

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