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quinta-feira, 15 de abril de 2021

5 casas icônicas de atores e atrizes antigos

Certa vez, uma leitora do blog escreveu que as matérias estavam parecendo da Revista Caras, já que em um intervalo pequeno postei fotos das casas de Jayne Mansfield e Sophia Loren. Confesso que achei bem engraçada esta colocação pois, de fato, casas, arquitetura e decoração são assuntos que eu gosto muito e, sempre que possível, tento trazer aqui pro blog combinando com o tema 'cinema clássico'. Hoje, a proposta é listar 5 propriedades que se tornaram icônicas, seja pela fama de seus moradores, seja por acontecimentos trágicos de que foram palco. Confira abaixo essa pequena lista:


Graceland


A propriedade originalmente pertencia a Stephen C. Toof, fundador da S.C. Toof & Co, a mais antiga gráfica comercial de Memphis. Foi nomeada Graceland Farms em homenagem à sua filha Grace, que herdou a fazenda do pai em 1894. Após sua morte, sua sobrinha Ruth Moore, uma socialite local, tornou-se a dona das terras e construiu em 1939 a proeminente mansão em estilo colonial. Elvis Presley, em crescente popularidade, estava a procura de uma casa que remetesse a uma fazenda e que ficasse mais afastada da cidade. Ele comprou Graceland em 19 de março de 1957, pelo valor de $ 102.500. Com 1630.6 m², localizada em 3764 Elvis Presley Blvd, Memphis, Tennessee, tem um total de 23 quartos, incluindo o famoso 'Jungle Room', uma quadra de raquetebol, um jardim de meditação, além do lendário portão de ferro com notas musicais. Com a morte de Elvis, em 1977, a propriedade passou a ser legalmente de sua filha, Lisa Marie Presley. Começou a ser aberta ao público em 7 de junho de 1982, sendo a segunda casa mais visitada dos EUA, com mais de 650.000 visitantes por ano, perdendo apenas para a Casa Branca.


Pickfair


'Entre as celebridades que cintilavam espetacularmente, nenhuma era mais respeitada que a família real, extra-oficial de Hollywood, o rei e a rainha do mundo do cinema, escolhidos pela publicidade, Douglas Fairbanks e Mary Pickford. Um convite para Pickfair, como era conhecida a mansão deles, era universalmente reconhecido como a única indicação legítima de que alguém finalmente alcalçara a aceitação em Hollywood'. O trecho foi extraído do infame livro de Christina Crawford, 'Mamãezinha Querida', e mostra com exatidão a grandiosidade, muito além de seus 18 acres, que a propriedade representava no decorrer da década de 1920. Inicialmente um chalé de caça localizado na 1143 Summit Drive em San Ysidro Canyon em Beverly Hills, foi reformada pelo célebre casal, sendo transformada em uma suntuosa mansão de quatro andares, contendo 25 quartos e com direito a uma quadra de tênis. Além dos grandes nomes do cinema, como Charlie Chaplin e Lillian Gish, algumas das ilustres visitas dos lendários jantares incluíam Amelia Earhart, F. Scott Fitzgerald, Arthur Conan Doyle e Thomas Edison. Após o divórcio de Pickford e Fairbanks, em 1936, a casa ficou em poder da atriz, que lá morou até sua morte em 1979. Durante a década de 80, a propriedade foi vendida para Jerry Buss e depois para a atriz italiana Pia Zadora, em 1988. Para o choque de todos, Zadora optou por demolir a mansão e construir um palácio estilo veneziano no lugar. Diante das críticas, ela se defendeu, alegando que havia cupins e que a estrutura estaria em péssimo estado de conservação. Em 2012, no entanto, ela participou do programa 'Celebrity Ghost Stories' e revelou que o real motivo da demolição era porque a casa era assombrada por uma mulher gargalhando, supostamente uma antiga amante de Fairbanks, e que não poderia lidar com o sobrenatural. Atualmente, apenas algumas áreas, como os portões e a piscina, são originais.

10050 Cielo Drive


A fama da propriedade construída nas montanhas de Santa Mônica veio das páginas policiais, devido a enorme repercussão do brutal assassinato da atriz Sharon Tate pelos membros do culto de Charles Manson, em 1969. A mansão estilo fazenda pertenceu inicialmente à atriz francesa Michèle Morgan, que mandou construí-la em 1942, com a obra sendo concluída dois anos depois. Com o final da Segunda Guerra, Morgan decidiu abandonar Hollywood, onde sua carreira não tinha sido como esperava, e retornar à sua terra natal. A casa, cujo terreno era plano e continha uma residência principal e uma de hóspedes, foi então vendida ao Dr. Hartley Dewey, que chegou a aluga-la para Lillian Gish, durante as filmagens de 'Duelo ao Sol' (Duel in the Sun, 1946). Algum tempo depois, a propriedade foi vendida novamente, desta vez para o empresário artístico Rudolph Altobelli, que por sua vez alugou a casa para diversos atores, incluindo Cary Grant, Henry Fonda e Olivia Hussey. De 1966 até o início de 1969, o imóvel foi ocupado pelo produtor musical Terry Melcher (filho de Doris Day) e sua namorada Candice Bergen. Charles Manson chegou a fazer uma breve visita na casa um ano antes do casal se mudar. Roman Polanski e Sharon Tate se mudaram para a residência em fevereiro de 1969. Apenas alguns meses depois, no dia 9 de agosto deste mesmo ano, os seguidores de Manson invadiram a propriedade e mataram a atriz, grávida de nove meses, e seus amigos Wojciech Frykowski, Abigail Folger, Jay Sebring e Steven Parent. Polanski encontrava-se na Europa, a trabalho. Acredita-se que o alvo real de Manson era Terry Melcher, que havia se negado a contrata-lo como músico. Após o crime, Altobelli se mudou para a casa, onde residiu até 1988. O último residente da mansão original foi Trent Reznor, integrante da banda Nine Inch Nails, que chegou a montar um estúdio no local. A casa foi demolida em 1994, sendo construida uma nova mansão, em estilo mediterrâneo, chamada de Villa Bella.

O Palácio Rosa 


Antes de Jayne Mansfield, a propriedade em estilo mediterrâneo pertencia ao músico Rudy Vallée. Localizada na 10100 Sunset Boulevard, Holmby Hills, Los Angeles, a mansão foi comprada pela loira em 1957, pouco antes de seu casamento com Mickey Hargitay. A atriz, conhecida por sua extravagância, mandou pintar todo o exterior de rosa, cercando com luzes desta mesma cor. O banheiro de sua suíte, forrado com pele também cor de rosa, possuía uma banheira em formato de coração, modelo este que também tinha sua piscina, construída por seu amado, com os dizeres 'I love you Jaynie' no centro. Incrivelmente, ela pagou apenas uma parte da decoração da casa, recebendo gratuitamente a maioria dos móveis e materiais de construção, após escrever para empresas solicitando amostras. Após sua trágica morte, em 1967, a mansão foi vendida, tendo célebres moradores como Ringo Starr, que relatou algumas experiências sobrenaturais, e Engelbert Humperdinck, que a vendeu novamente em 2002. A casa foi demolida neste mesmo ano. (Confira fotos de seu interior aqui)

Edifício Dakota


Localizado no sofisticado Upper West Side, em Manhattan, Nova York, o edifício foi adicionado ao Registro Nacional de Locais Históricos dos EUA. Para muitos o lugar adquiriu uma atmosfera lúgubre, não só por sua arquitetura, como também pelo assassinato de John Lennon, ocorrido no arco do prédio, em 1980, e por ter servido como locação externa para o longa 'O Bebê de Rosemary' (Rosemary's Baby, 1968). Entretanto, a valorização dos imóveis continua em alta, sendo cobiçados por inúmeras figuras conceituadas. Mas se engana quem pensa que basta apenas ter dinheiro sobrando ou ser famoso para morar no Dakota! É preciso também ser aprovado pelo conselho administrativo, que chegou a negar nomes como o do ex-casal Melanie Griffith e Antonio Banderas, além dos músicos Gene Simmons, Billy Joel, Madonna, Cher e Carly Simon. Dentre os muitos artistas que residiram no prédio estão Lauren Bacall, Lillian Gish, Judy Garland, Rudolf Nureyev, Boris Karloff e Jack Palance, dentre vários outros. O edifício foi construído entre outubro de 1880 e outubro de 1884, pela empresa de arquitetura de Henry Janeway Hardenbergh. Originalmente, o Dakota tinha 65 apartamentos com quatro a 20 quartos, não havendo dois apartamentos iguais. Atualmente, após uma reforma, possui 94 apartamentos.
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quarta-feira, 24 de maio de 2017

10 mitos sobre astros de Hollywood

Em tempos de redes sociais, como o facebook, todos os dias milhares de pessoas compartilham e ajudam a espalhar notícias falsas como se fossem fatos reais e verificados. Antigamente isso não era muito diferente, porém acontecia através de revistas de fofoca e do popular boca a boca. Me faz lembrar uma brincadeira infantil, chamada 'telefone sem fio', onde uma pessoa elabora uma frase e vai repassando para o colega do lado, até que o último da fila precisa dizer em voz alta o que lhe foi passado. É raro a mensagem não chegar completamente distorcida. Se esse tipo de situação acontece com pessoas anônimas, imagina com os famosos, certo? Confira abaixo 10 dos maiores mitos sobre os astros e estrelas:

1- O QI de Marilyn Monroe era maior do que o de Albert Einstein


O contraste entre duas das maiores personalidades do século XX é tão evidente que acaba sendo perfeitamente natural que tenha despertado a fantasia do público. A atriz, símbolo de beleza e sensualidade, sofria com o estigma de loira burra, enquanto o físico era uma das mentes mais brilhantes de nossa história, mas não tinha uma estética tão privilegiada. Desde a década de 50, já se especulava como seria um filho do casal imaginário, com a inteligência dele e os atributos da diva. Boatos de que os dois tiveram um caso ou que passaram uma noite juntos, também são bastante frequentes, porém nada que possa ser comprovado, já que não há nenhum tipo de evidência de que eles tenham ao menos se conhecido pessoalmente.

Dentre todos os rumores sobre a dupla, o mais recorrente é, sem dúvida, sobre o QI da loira, que seria superior não só ao de Albert Einstein. como também ao de Stephen Hawking e Bill Gates. Em uma rápida pesquisa pelo Google, você encontrará diversos sites e blogs propagando tal informação, alguns noticiando o resultado do quociente de inteligência da atriz como 168 e outros como 163. No entanto, esse dado é FALSO. Não existe nenhuma fonte realmente confiável ou algum tipo de prova verificada que ateste a veracidade deste 'fato'. Sabe-se que Marilyn, ao contrário do rótulo que recebeu, era uma mulher inteligente e bastante esforçada, que buscava sempre aprender e tinha um gosto literário apurado. Inclusive já escrevi sobre a impressionante biblioteca dela, que continha mais de 400 títulos. Porém, apesar de seu intelecto, não há indícios de que a bela fosse de fato um gênio como Albert Einstein. 

A atração exercida por essas duas figuras opostas e a suposta inteligência superior da diva foi tema do filme Malícia Atômica / Einstein & Marilyn: O Encontro do Século (Insignificance, 1985), com Theresa Russell interpretando a personagem inspirada em Marilyn e Michael Emil encarnando Einstein. Abaixo, um trechinho do longa, onde a atriz explica a teoria da relatividade ao físico:


2- Marilyn Monroe e Elvis Presley tiveram uma tórrida noite de amor


Não existe nenhuma evidência concreta de que os dois maiores ícones do show business americano tenham se encontrado alguma vez. É ainda mais compreensível do que no caso citado acima, que Marilyn e Elvis atraíam a fantasia do público a respeito de um romance entre eles, afinal os dois eram lindos e extremamente famosos. Além disso, é de conhecimento geral que Elvis vivia cercado de belas mulheres, e a atriz era considerada uma deusa do sexo. Logo, um relacionamento entre eles seria um sonho para os fãs de ambos, uma espécie de 'encontro do século'. Apesar de haver relatos detalhados sobre a suposta noite de luxúria clandestina dos dois, que teria sido arranjada pelo empresário do cantor, tudo não passa de mera ficção. Não há nenhuma prova real de tal reunião. Para confortar o coração dos admiradores do casal, podem ser encontradas inúmeras montagens dos dois na internet, como a imagem que ilustra este tópico.

3- Jayne Mansfield foi decapitada 


Jayne Mansfield alcançou o sucesso nos anos 50, como a sósia  mais famosa de Marilyn Monroe. Tendo como maior êxito em sua carreira o filme Sabes o Que Quero (The Girl Can't Help It, 1956), a loira chegou a ganhar um Globo de Ouro na extinta categoria de 'atriz revelação' e trabalhou ao lado de grandes nomes, como Cary Grant, no longa O Beijo da Despedida (Kiss Them for Me, 1957). Seu palácio cor de rosa e seu casamento com o Mr Universo Mickey Hargitay também contribuíram para aumentar sua fama. Com a morte precoce de Marilyn Monroe, o público começou a considerar de mau gosto a paródia da atriz que Jayne Mansfield representava e assim sua carreira começou a entrar em declínio. Para continuar na mídia, ela acabou se submetendo a atuar em obras de segunda categoria que exploravam sua sexualidade, como Promises! Promises! (1963), que teve uma péssima recepção de público e crítica. Foi durante uma viagem de carro, com destino a Nova Orleans, onde apareceria em um programa tv, que o acidente que tirou sua vida ocorreu. O veículo usado pela atriz, junto de seu advogado e então namorado, seu motorista e três de seus cinco filhos, chocou-se contra um caminhão, sendo fatal para os três adultos presentes. As crianças sofreram apenas escoriações leves. Sempre com visual exuberante, a atriz fazia uso de diversas perucas, especialmente na década de 60. Com o impacto da batida, a cabeleira falsa da atriz saiu de sua cabeça, dando uma impressão ilusória e fazendo com que as primeiras pessoas que chegaram ao local espalhassem para a imprensa que Jayne havia sido decapitada, fato já esclarecido pela própria filha da loira.

4- Greta Garbo era homem


Um dos nomes mais famosos e requisitados de sua época, Greta Garbo era uma atriz pouco convencional. Ao contrário dos demais astros e estrelas, que buscavam cada vez mais reconhecimento do público, a diva sueca tentava a todo custo fugir dos holofotes, tendo concedido pouquíssimas entrevistas ao longo da vida. No auge da fama, em 1941, ela protagonizou seu último filme, Duas Vezes Meu (Two-Faced Woman), decidindo se afastar definitivamente do cinema e viver da maneira reclusa. Ao se esquivar do estrelado, Garbo provavelmente aguçou ainda mais o interesse das pessoas, aumentando os mitos que a cercavam. Embora fosse uma mulher linda, a atriz muitas vezes adotava um visual andrógino, o que adicionado ao seu interesse por homens e mulheres e pela falta de informações do público ao seu respeito, fez com que começasse a surgir o boato de que ela na realidade seria ele. Isso mesmo! Durante muito tempo, várias pessoas acreditaram que Greta Garbo era transexual e havia nascido do sexo masculino, o que obviamente não é verdade. Batizada originalmente Greta Lovisa Gustafsson, ela era de fato uma mulher, como suas fotos de infância podem comprovar. A atriz Capucine, nascida Germaine Lefebvre, era outra que acabou ficando com o estigma de ter trocado de sexo, por conta de suas feições marcantes.


Fotos de Garbo na infância

5- Shirley Temple era uma anã

Durante os meados da década de 30, Shirley Temple foi campeã absoluta de bilheteria e o grande trunfo da 20th Century Fox. Mas nem a atriz mirim conseguiu escapar de boatos maldosos que afirmavam que ela era, na realidade, uma anã de 30 anos que fingia ser uma criança prodígio. O fato da pequena estar sempre com todos os seus dentes, ao contrário de qualquer criança normal, que nesta fase começa a trocar a dentição, era a principal prova dos defensores da teoria. A verdade é que o estúdio fazia de tudo para Shirley estar sempre perfeita e arrumava para que seu sorriso estivesse sempre completo, assim como os indefectíveis cachinhos, que muitos acreditavam ser peruca.

6- James Dean está vivo


O falecimento precoce do astro mais promissor dos anos 50, chocou o público da época e transformou o jovem ator em um ícone. Mas, como não poderia deixar de ser, lendas urbanas começaram a surgir, afirmando que ele teria forjado a própria morte e vive anonimamente até os dias de hoje como um simpático velhinho. Segundo as teorias, o astro estaria no banco do passageiro e teria sobrevivido com ferimentos leves, mas preferiu fingir que o acidente foi fatal. Outros afirmam que mesmo dirigindo o carro, ele teve apenas algumas escoriações. Há pessoas que vão além e juram ter visto o ator entrando em táxis e andando por cidades dos Estados Unidos. Esse tipo de teoria da conspiração não é nenhuma novidade e ocorre com diversas outras celebridades, como Elvis Presley, Michael Jackson e Paul Walker. Não podemos esquecer também da famosa história de que Paul McCartney teria morrido em um acidente e sido substituído por um sósia.

Em forma de homenagem, foi feito um comercial imaginando como teria sido se a vida de James Dean não tivesse sido interrompida tão cedo:


7- Carmen Miranda era careca


A artista, que nasceu em Portugal e foi criada no Brasil, fez um enorme sucesso em Hollywood com seu estilo único e exuberante. Com figurinos exóticos e sua alegria contagiante, ela tinha como marca registrada os turbantes e chapéus enfeitados com frutas que roubavam a cena onde quer que ela estivesse. As madeixas da atriz e cantora começaram a se tornar alvo de curiosidade e especulações, já que nunca eram vistas. A própria Carmen esclareceu a questão em uma entrevista concedida em 1948, onde fala que seus cabelos são tingidos, mas são realmente dela.


8- Shirley Eaton morreu durante as filmagens de Goldfinger


No longa 007 Contra Goldfinger, de 1964, a atriz Shirley Eaton interpreta uma das Bond girls, que acaba sendo assassinada pelo vilão e tendo todo seu corpo pintado com tinta dourada. Embora pareça bastante idiota nos dias de hoje, na época acreditava-se que a pele do corpo humano também ajudava a absorver o oxigênio necessário para nos manter vivos, e com toda a tinta em seu corpo, a bela jovem teria sido asfixiada durante as filmagens. Como Shirley apareceu em diversos outros trabalhos posteriores, muitos afirmavam que quem teria feito a cena e morrido seria uma dublê, no entanto as imagens mostram que quem de fato participa da sequência é a própria atriz, Além do mais, o fato de ter o corpo pintado com tinta comum não poderia ser considerado fatal, já que utilizamos o nariz e a boca para respirar.

A atriz tendo seu corpo pintado

9- Stanley Kibrick ajudou a NASA a forjar a chegada do homem à lua

Foto dos bastidores de 2001: Uma Odisseia no espaço

Nos anos 60, EUA e União Soviética disputavam a superioridade e o controle na famosa corrida espacial. Em 1969, através do Projeto Apollo, coordenado pela NASA, a Apollo 11, tripulada pelos astronautas Neil Armstrong, Edwin 'Buzz' Aldrin e Michael Collins finalmente pousou na lua. O acontecimento histórico foi televisionado para todo o planeta e milhões de pessoas viram a supremacia americana ser consolidada.


No entanto, há diversas teorias de conspiração que afirmam que a chegada do homem à lua não passa de uma farsa do governo americano para enganar o mundo após a União Soviética dar um enorme passo à frente enviando pela primeira vez um homem, o astronauta Iuri Gagarin, ao espaço, em 1961. Segundo as afirmações, o projeto de falsificação teria sido dirigido por Stanley Kubrick e patrocinado por Walt Disney. Kubrick teria atraído o interesse do governo após a estréia de seu filme 2001: Uma Odisseia no Espaço, em 1968. Uma das provas dos defensores da ideia é uma foto onde um homem, que supostamente seria Kubrick, aparece agachado durante um treinamento na NASA. Podemos ver claramente pelas imagens que não se trata do diretor.



Há também um vídeo onde Stanley Kubrick, pouco antes de morrer, confessa sua participação no esquema de falsificação. No entanto, já foi provado que a pessoa no vídeo era um sósia, que sequer era muito parecido com o cineasta. Bem, essa é apenas uma versão resumida da história, que é bem longa, mas caso você queira saber mais, existem milhares de sites e blogs falando sobre o assunto, com uma sessão da Wikipédia, assim como o site A Fraude do Século.

10- Max Schreck era um vampiro de verdade


Um maiores clássicos do Expressionismo Alemão, Nosferatu, de 1922, traz para as telas a primeira adaptação do clássico Drácula, escrito por Bram Stoker. Tendo os direitos pela obra negados pela família do escritor, coube aos produtores modificarem os nomes dos personagens principais e alguns pontos no roteiro para evitar problemas. O protagonista do longa foi o ator Max Schreck, que foi devidamente maquiado para o papel. Pouco se sabe sobre a vida particular de Schreck, mas logo começaram a surgir boatos de que ele seria realmente um vampiro e que havia concordado em atuar no filme devido a um acordo com o diretor F. W. Murnau, que lhe permitiria drenar o sangue dos atores do elenco. principalmente o de sua co-estrela Greta Schroeder durante a cena final. Obviamente, tudo não passava de uma invenção, que serviu muito bem como uma bela promoção para o filme. A grande maioria do elenco teve uma vida longa, com exceção do próprio Max Shreck e do diretor F. W. Murnau, que morreram respectivamente em 1936 e 1931. Além de inspirar um dos vilões do Batman, Maximillian "Max" Shreck, interpretado por Christopher Walken em 'Batman: O Retorno' (1992), a história por traz da lenda virou um filme intitulado A Sombra do Vampiro (Shadow of the Vampire, 2000), com Willem Dafoe como Max Schreck e John Malkovich como F.W. Murna.

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domingo, 8 de janeiro de 2017

Fotos, gifs e vídeos de Elvis Presley

Hoje seria aniversário do Rei do Rock, nascido dia 8 de janeiro de 1935. Abaixo, uma pequena homenagem a um dos maiores artistas que o mundo teve a honra de conhecer, com uma mistura de fotos, gifs e vídeos de sua vida e carreira:

Décadas de 40 e 50

Na infância, nos anos 40




Em 1955 via


Em 1956



Nos bastidores de Ama-me com Ternura (Love Me Tender, 1956)


Com Debra Paget, durante as gravações do filme via


Fotografado para a publicidade do longa


Em uma loja de discos em Memphis, 1957 via


Fotografado por Alfred Wertheimer. no trem para Memphis, 1956 via


Gravando no estúdio da RCA, Nova York, 1956 via


Com a atriz Natalie Wood, em 1956 via


Distribuindo autógrafos em 1956



Em O Prisioneiro do Rock (Jailhouse Rock , 1957) via











Nos bastidores do filme


Vídeo caseiro com Dolores Hart, em 1958


Com seus pais, Vernon and Gladys Presley, em 1958 via



Em Balada Sangrenta (King Creole, 1958)



Com Sophia Loren em 1958


Década de 60

Deixando o exército e voltando para casa em 1960


Em 1960


Cantando com Frank Sinatra em 1960


Em Saudades de um Pracinha (G.I. Blues, 1960)


Em Feitiço Havaiano (Blue Hawaii, 1961)


Cantando No More no filme


Em Washington, 1962 via



Em Garotas, Garotas e Mais Garotas ( Girls Girls Girls, 1962)


Nos bastidores de Loiras, Morenas e Ruivas (It Happened at the World's Fair, 1963)


Em O Seresteiro de Acapulco (Fun in Acapulco, 1963)


Cantando Bossa Nova Baby no filme


Com Barbara Stanwyck nos bastidores de Carrossel de Emoções (Roustabout, 1964) via



Com Ann-Margret em Amor à Toda Velocidade (Viva Las Vegas, 1964) via






Cena do filme Cavaleiro Romântico (Tickle Me, 1965)


Em sua amada Graceland, 1965 via




Em Feriado no Harém (Harum Scarum, 1965) via


Nos bastidores de Entre a Loira e a Morena (Frankie and Johnny, 1966)


Com Priscilla no jardim de Graceland, 1966 via


Com Priscilla em 1967 via

 

Com Priscilla no dia de seu casamento, em 1967




Com Nancy Sinatra em O Bacana do Volante (Speedway, 1968) via



Com Priscilla em 1968 via


Com Priscilla e Lisa ainda no mesmo ano


Vídeo com a família e amigos na praia




Em 1969


Em Charro! (1969) via



Em Las Vegas, com a esposa Priscilla, após um show de Barbra Streisand, 1969 via


Nos bastidores de Ele e as Três Noviças (Change of Habit, 1969) via


Na frente de sua casa em Beverly Hills, 1969 via


Vídeos caseiros em família


Com Priscilla e Fred Astaire, 1969


Década de 70

Fotografado com Priscilla em sua casa em Beverly Hills, 1970 via



Com a filha Lisa Marie, em 1970 


Cantando Suspicious Minds ao vivo em Las Vegas, 1970


Em 1970 via



Em 1972 via




Com Priscilla no aniversário de 5 anos de Lisa, em 1973 via


Com Muhammad Ali, em 1973




Em 1974



Com Diane Goodin em 1975 via


Em 1976 via


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