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segunda-feira, 18 de setembro de 2023

Casais da vida real que pouca gente lembra que existiram

O que não falta na história do cinema são casais de atores que passaram da ficção para a realidade e foram amplamente divulgados pela imprensa, como Elizabeth Taylor e Richard Burton ou Alain Delon e Romy Schneider. Há também as duplas queridinhas do público, cuja parceria se tornou lendária, como Paul Newman e Joanne Woodward ou Humphrey Bogart e Lauren Bacall.

Mas, aqui, o que vamos explorar são casais que por algum motivo já não são mais tão lembrados assim pela grande maioria das pessoas. Vou separá-los em três categorias: Casados, namorados e casos.Vou fazer essa divisão porque nos relacionamentos assumidos geralmente existem mais provas, já em casos (que muitas vezes são extraconjugais) nem sempre existem registros e informações que não sejam de veículos de fofoca. 


Casados oficialmente


Ava Gardner e Mickey Rooney



Mickey Rooney já era um ator popular quando conheceu a então novata Ava Gardner. O astro, que fazia enorme sucesso com a série de filmes do personagem 'Andy Hardy', se encantou com a enorme beleza da jovem, recém-contratada pela MGM, fazendo de tudo para conquistá-la. Vinda do interior e criada em uma família conservadora, Ava era ainda bastante inocente na ocasião. Os dois se casaram em 10 de janeiro de 1942 e, segundo algumas fontes, foi com Rooney sua primeira experiência sexual. A união, entretanto, terminou em divórcio no ano seguinte, por conta das constantes infidelidades do ator.

Jane Wyman e Ronald Reagan  


Os dois se conheceram quando trabalharam juntos no longa 'Os Cadetes do Barulho' (Brother Rat, 1938). Após um breve namoro, ficaram noivos e se casaram em 26 de janeiro de 1940. O casal teve duas meninas, Maureen Elizabeth Reagan, nascida em 1941, e Christine Reagan, que morreu um dia após seu nascimento, em 1947. Eles também adotaram um filho, Michael Edward Reagan, que nasceu em 1945. Eles se divorciaram oficialmente em 1949, com a alegação de diferenças políticas. Curiosamente, a atriz era republicana registrada, enquanto Reagan, nesta época, ainda era democrata.

Joan Blondell e Dick Powell


Joan Blondell e Dick Powell casaram-se em 19 de setembro de 1936. Os dois já haviam trabalhado juntos em diversos filmes, como 'Cavadoras de Ouro' (Gold Diggers of 1933), Belezas em Revista (Footlight Parade, 1933) e 'Gondoleiro da Broadway' (Broadway Gondolier, 1935). Em 1938, eles tiveram uma filha, Ellen Powell. O ator também adotou o filho do casamento anterior de Blondell, Norman Scott Powell, nascido em 1935. O casamento terminou em divórcio em 1944.

Margaret Sullavan e Henry Fonda


Os dois atores se casaram muito jovens, em 25 de dezembro de 1931, enquanto ambos se apresentavam com os University Players (uma companhia de teatro universitária) em sua temporada de inverno em Baltimore, Maryland. O casamento durou apenas alguns meses e o divórcio foi finalizado em 1933. Posteriormente, chegaram a trabalhar juntos em 'Vivendo na Lua' (The Moon's Our Home, 1936), onde o romance foi brevemente reacendido. Apesar da separação, eles permaneceram grandes amigos por toda a vida.

Paulette Goddard e Burgess Meredith


Por mais que já tivessem atuado juntos no musical 'Amor da Minha Vida' (Second Chorus, 1940), Paulette Goddard e Burgess Meredith se casaram apenas em 1944, em uma cerimônia na casa de David O. Selznick, em Beverly Hills. Durante o período em que estiveram casados, dividiram as telas também nos filmes 'Segredos de Alcova' (The Diary of a Chambermaid, 1946) e 'Nosso Alegre Caminho' (On Our Merry Way, 1948). Embora Paulette nunca tenha tido filhos, sua única gravidez conhecida pelos biógrafos aconteceu durante a união com Meredith, em 1944, que culminou em um aborto espontâneo. Os dois se divorciaram em 1949.

Namorados

Olivia de Havilland e James Stewart 


Era prática comum em Hollywood que os agentes persuadissem seus pupilos a irem juntos em grandes eventos para atrair a atenção da mídia. James Stewart foi convidado a acompanhar a jovem estrela Olivia de Havilland na pré-estreia de 'E o Vento Levou' (Gone With the Wind) em Nova York, no final de 1939. Muito tímidos, os dois logo criaram uma conexão e iniciaram um romance em 1940. Inseparáveis, eles iam juntos a shows e jantares, faziam passeios de carro e se divertiam muito na companhia um do outro. Jimmy chegou até a propor casamento mas Olivia recusou, sabendo que seria um passo precipitado e impulsivo. O namoro chegou ao fim quando o ator se alistou no exército, no começo de 1941. Os dois tentaram manter contato mas o relacionamento já havia esfriado. A atriz chegou a ser convidada para estrelar 'A Felicidade Não Se Compra' (It's a Wonderful Life, 1946), mas recusou por achar que seria estranho fazer par romântico com seu ex.

Norma Shearer e George Raft


Viúva do produtor Irving Thalberg, falecido em 1936, Norma Shearer estava solteira novamente após quase 10 anos de casada. Depois de alguns breves romances, a atriz engatou um namoro com George Raft por volta de 1940. Os dois eram vistos em diversos eventos públicos e pareciam bastante apaixonados. O relacionamento era tão sério que o ator até planejava pedi-la em casamento. Entretanto, um pequeno detalhe o impediu de seguir adiante: Ele já era casado. Embora estivesse há muito separado de Grace Mulrooney, sua esposa desde 1923, ela se recusava terminantemente a conceder-lhe o divórcio sem uma generosa compensação financeira. Percebendo a falta de empenho de Raft em se divorciar, Norma constatou que a relação não teria futuro e optou por terminar de vez com o astro em 1941. 

Leslie Caron e Warren Beatty


Leslie Caron vivia um casamento em crise com o diretor Peter Hall, com quem teve dois filhos. A relação desgastada e o ressentimento do marido com sua carreira afastavam cada vez mais o casal. Foi então que a atriz conheceu Warren Beatty, cinco anos mais jovem que ela, e dono de uma enorme reputação com as mulheres. Os dois logo iniciaram um romance, tornando inevitável seu divórcio com Peter, oficializado em 1965. Leslie e Warren passaram a se relacionar publicamente, ganhando bastante atenção da imprensa. No cinema, atuaram juntos na comédia-romântica 'A Deliciosa Viuvinha' (Promise Her Anything, 1966). Embora as afeições de um dos homens mais cobiçados da época fossem lisonjeiras, a atriz chegou a negar seu pedido de casamento por conta de seu jeito excessivamente controlador. Quando Beatty comprou os direitos do filme 'Bonnie & Clyde', ele foi dolorosamente sincero com Leslie, revelando que ela não poderia interpretar a protagonista por ser velha demais. Ele havia oferecido o papel para Natalie Wood, sua ex-namorada, que declinou da proposta. Com o início das gravações, tendo Faye Dunaway no papel principal, Leslie ficou em Londres com os filhos, enquanto Warren estava filmando em Hollywood, o que culminou no término do casal.

Pier Angeli e Kirk Douglas


O astro Kirk Douglas e a então iniciante Pier Angeli se conheceram durante as gravações do drama 'A História de Três Amores' (The Story of Three Loves, 1953). Um notório mulherengo, Douglas se apaixonou perdidamente pela beleza etérea da jovem italiana e os dois chegaram a ficar noivos no mesmo ano. Mas o romance entre os dois chegou ao fim tão rápido quanto começou. No ano seguinte, ambos já estavam casados com outras pessoas. Douglas subiu ao altar com Anne Buydens e Pier Angeli, após um breve e intenso namoro com James Dean, se uniu a Vic Damone.

Dolores Del Río e Orson Welles


Ainda adolescente, Orson Welles se apaixonou platonicamente por Dolores Del Río ao assistir 'Ave do Paraíso' (Bird of Paradise, 1932). Alguns anos mais tarde, já como uma jovem promessa do cinema, Welles teve a oportunidade de conhecer pessoalmente a beldade mexicana durante uma festa em Hollywood, em 1939. Nem a diferença de onze anos de idade, nem o fato de ambos serem casados, impediu que a imediata atração entre os dois se transformasse em um romance. Já divorciados de seus respectivos parceiros, apareciam frequentemente juntos em público. A atriz era seu porto seguro durante as filmagens de 'Cidadão Kane' (Citizen Kane, 1941), considerada sua obra-prima. Os dois também trabalharam juntos na produção 'Jornada do Pavor' (Journey Into Fear, 1943). Com as polêmicas geradas com 'Cidadão Kane', Welles passou a ser perseguido pelo magnata William Randolph Hearst, considerado a inspiração para o personagem principal. Para evitar problemas, o cineasta foi enviado para o Rio de Janeiro, com o intuito de gravar um documentário no país, intitulado 'It's All True', ajudando também a estreitar os lados entre Brasil e EUA. Ao chegar no país, Welles não resistiu à boemia carioca e passou a frequentar as agitadas noites da cidade, além de ter inúmeros casos. Com a falta de respostas às suas cartas, aliada ao declínio de sua carreira em Hollywood, Dolores Del Río optou por retornar ao México, onde foi um dos maiores nomes da Era de Ouro do Cinema Mexicano. Apesar do término nada respeitoso, muitos consideram que a atriz tenha sido o grande amor da vida de Orson Welles.

Casos

Barbara Stanwyck e Robert Wagner


Embora tenha acontecido no início dos anos 50, o romance entre os dois foi mantido em segredo absoluto até o lançamento do livro 'Pieces of My Heart', autobiografia de Robert Wagner, publicada em 2008. Barbara Stanwyck, então com 45 anos, conheceu o jovem ator de 22 anos durante as gravações do filme 'Náufragos do Titanic' (Titanic, 1953). A atriz havia se divorciado há cerca de dois anos do também ator Robert Taylor e prometera a si mesma nunca mais se casar. Wagner era ainda um astro em ascensão e um antigo admirador do trabalho de Stanwyck. Os dois se aproximaram e iniciaram um caso apaixonado de aproximadamente quatro anos. Entretanto, segundo os relatos de seu livro, Barbara sabia que a diferença de 23 anos entre o casal seria um enorme escândalo e optou por terminar o relacionamento . 'Eu sempre teria sido o Sr. Stanwyck e nós dois sabíamos disso', escreveu Wagner em suas memórias.

Judy Garland e Tyrone Power


O relacionamento entre os dois astros começou em 1943. Na época, Judy Garland ainda era legalmente casada com o compositor David Rose, porém o casal já estava separado. Tyrone Power era casado com a atriz Annabella. Embora breve, o caso entre os dois foi intenso e apaixonado, com Garland chegando a engravidar do ator. Louis B. Mayer, chefe da MGM, e um lendário tirano com seus contratados, tinha em Judy Garland uma de suas principais vítimas, já que a atriz era uma das estrelas mais rentáveis do estúdio. Mayer contratou uma assistente particular para sua pupila, que na realidade era sua informante sobre todos os passos da jovem. Judy foi obrigada por Mayer e pela mãe a fazer um aborto, já que uma gravidez nestas circunstâncias teria um enorme impacto em sua imagem pública. Sobre o fim do relacionamento, há os que acreditam que o motivo foi a relutância de Power em se divorciar. Há também a versão de que Mayer fez com que Judy acreditasse que o ator lia suas cartas em voz alta para os soldados, visto que neste período ele estava servindo ao exército durante a Segunda Guerra. 

Jean Seberg e Clint Eastwood


O filme 'Os Aventureiros do Ouro' (Paint Your Wagon, 1969) une dois gêneros bem diferentes, o faroeste e o musical, fazendo os 'durões' Clint Eastwood e Lee Marvin soltarem a voz. Para além do excêntrico enredo, os bastidores do longa também formaram um casal aparentemente inusitado, com o já consolidado herói de 'Bang Bang' Eastwood e a sofisticada Jean Seberg. A atriz conciliava sua carreira em Hollywood com seu título de musa da nouvelle vague francesa. Apesar de ambos serem casados na época, apenas um deles mergulhou de cabeça na relação. Perdidamente apaixonada, Jean pediu o divórcio para seu marido, o romancista Romain Gary, na esperança de iniciar oficialmente um namoro com seu colega de elenco. Porém, apesar de ter se encantado com a sensibilidade e a delicadeza de Seberg, Clint não tinha a menor intenção de se divorciar de sua esposa, Maggie Johnson. O astro, que possui até alguns filhos fora de seus casamentos, era abertamente infiel. Uma de suas amantes, inclusive, chegou a fazer figuração em 'Os Aventureiros do Ouro', sem que Seberg soubesse. Para o enorme choque e decepção da atriz, quando as gravações foram encerradas, o caso entre os dois também teve seu fim decretado. Quando se reencontraram novamente nos corredores do estúdio, Clint passou a tratá-la friamente, apenas como uma mera conhecida, para o consternamento da estrela. 

Vivien Leigh e Peter Finch


Ao lado de Laurence Olivier, com quem se casou em 1940, Vivien Leigh formava um dos casais mais respeitados do cinema e do teatro. Entretanto, fora dos olhares do público, a relação entre os dois há muito já havia desmoronado. A atriz, diagnosticada com bipolaridade, sofria com as constantes oscilações de humor. Seus hábitos nada saudáveis, como cigarros e bebidas em excesso, aliados à carência em tratamentos eficazes para doenças psiquiátricas na época, a deixavam ainda mais vulnerável. Apesar do grande amor que sentiam, os constantes colapsos mentais de Vivien acabaram enfraquecendo a relação entre os dois. Não eram raras as infidelidades da atriz durante seus episódios de mania. Em 1953, com o início das gravações do filme 'No Caminho dos Elefantes' (Elephant Walk), com locações no Ceilão, Peter Finch foi escalado como um dos protagonistas. O ator, que era casado com Tamara Finch, e um velho amigo do casal, foi escolhido para ajudar a tomar conta de Vivien. Inebriados com o clima quente e exótico do país, os dois iniciaram um relacionamento amoroso regado a álcool e conversas sob as estrelas. Apesar do romance, a atriz teve diversos surtos durante as filmagens, chegando a perseguir Finch o chamando de Larry. Com algumas cenas mental e fisicamente desafiadoras no roteiro, a produção percebeu que Leigh não teria condições de continuar no projeto. Laurence Olivier foi notificado sobre o estado de sua esposa e Elizabeth Taylor foi contratada para substituí-la no papel principal. 

Audrey Hepburn e Ben Gazzara


Após separar-se de Mel Ferrer, Audrey Hepburn tinha encontrado o amor novamente, desta vez ao lado do psiquiatra italiano Andrea Dotti. Decidida a fazer o casamento dar certo, ela chegou a se aposentar do cinema em 1967 e foi morar na Europa, dedicando-se exclusivamente à família. Mas seu castelo de cartas logo ruiu, diante das inúmeras infidelidades do marido, que procurava mulheres mais jovens em suas aventuras. Diante do iminente fracasso de seu segundo matrimônio, a atriz voltou a aceitar eventuais convites para atuar. Em 1979, ela foi escalada para protagonizar 'A Herdeira' (Bloodline), adaptação da obra de Sidney Sheldon, que contava com um elenco estelar. Dentre seus colegas, estava Ben Gazzara. Os dois passavam por situações parecidas em seus respectivos relacionamentos. Segundo o próprio ator 'Ela estava infeliz em seu casamento e sofrendo. Eu estava infeliz e sofrendo em meu casamento. Nos unimos e demos consolo um ao outro e nos apaixonamos, mas era impossível. Ela tinha uma vida na Europa, na Suíça. Eu estava em Los Angeles com outra vida. A vida atrapalhou o romance.' Apesar do término, eles atuaram juntos novamente em 'Muito Riso e Muita Alegria' (They All Laughed, 1981).
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segunda-feira, 10 de abril de 2017

10 filmes com Vivien Leigh


A verdadeira paixão de Vivien era atuar nos palcos, por isso sua carreira cinematográfica não foi tão extensa quando poderia ser, devido ao seu talento e beleza. Confira abaixo alguns dos principais trabalhos da atriz nas telas:

1- Fogo Sobre a Inglaterra (Fire Over England, 1937)


No Século 16, a Inglaterra enfrenta a Possibilidade de um Conflito Naval com a Poderosa Armada Espanhola. Um Jovem Oficial da Marinha de Elizabeth I é enviado à Península Ibérica para descobrir quando será o Ataque e quem, dentre os Aristocratas Ingleses, está Traindo a Coroa.

2- Um Yankee em Oxford (A Yank at Oxford, 1938)


Lee um estudante arrogante americano se vê em apuros quando ele transfere para o colégio famoso britânico. Lee considera deixar Oxford, mas permanece depois de ser convencido por Scatters ( Edward Rigby ), seu servo pessoal. Lee encontra Elsa Craddock ( Vivien Leigh ) uma mulher casada que "ajuda" os estudantes do novo campus e inicia um relacionamento com a irmã de Paul Beaumont Molly ( Maureen O'Sullivan ).

3- E o Vento Levou (Gone With the Wind, 1939)


O drama épico da Guerra Civil mostra a vida da bela petulante do sul, Scarlett O'Hara. Começando pela expansão de uma plantação extensa, o filme traça sua sobrevivência na trágica história do sul durante a Guerra Civil e Reconstrução. Mostra, ainda, seus casos de amor com Ashley Wilkes e Rhett Butler.

4- A Ponte de Waterloo (Waterloo Bridge, 1940)


Em Londres, durante os bombardeios da Primeira Guerra, o oficial Roy e a bailarina Myra se conhecem na ponte de Waterloo e logo se apaixonam. Porém, Roy precisa partir para o front de batalha. Myra promete esperá-lo. Meses depois, ela recebe a notícia da morte de Roy. Desiludida e sem recursos, Myra toma uma decisão drástica. Mas será que o seu grande amor realmente morreu?

5- Lady Hamilton, A Divina Dama (That Hamilton Woman!, 1941)


Emma é uma cortesã que é enviada a Nápoles para ficar com Sir William Hamilton e aprender boas maneiras. Ela se casa com William, mas o deixa para ficar com Horatio Nelson, que enfrenta Napoleão na histórica batalha de Trafalgar, em 1805.

6- César e Cleópatra (Caesar and Cleopatra, 1945)


Quando Roma invade o Egito, Júlio César encontra a jovem princesa Cleópatra escondida na esfinge. Impressionado por sua atitude e inteligência e seduzido por seu charme, ele a torna rainha.

7- Anna Karenina (1948)


Uma bela dama casada com um influente aristocrata conhece um jovem militar e se apaixona por ele. No entanto, não vai ser fácil decidir entre seguir sua grande paixão ou continuar com a vida na alta sociedade.

8- Uma Rua Chamada Pecado (A Streetcar Named Desire, 1951)


Blanche vai visitar a irmã grávida em Nova Orleans em busca de um lugar para morar, já que, após seduzir um jovem de 17 anos, ela foi expulsa da sua cidade natal. Sua chegada afeta fortemente a vida da irmã, a do cunhado e a sua também.

9- Em Roma, na Primavera (The Roman Spring of Mrs. Stone, 1961)


Karen Stone (Vivien Leigh) é uma atriz de meia-idade decadente e solitária. Ela parte de férias para Roma com o marido, que morre na viagem . Emm Roma, Karen se envolve com Pablo di Leo, um jovem gigolô italiano (Warren Beatty). A história do filme é baseada em um conto de Tennessee Williams, sendo considerada pelo autor como uma das melhores adaptações de suas obras para o cinema.

10- A Nau dos Insensatos (Ship of Fools, 1965)


Em 1933, um vapor viaja do México rumo à Alemanha pré-Hitler com vários passageiros abastados e um grupo de trabalhadores espanhóis repatriados. Durante 36 dias, suas vidas e experiências afluem mostrando os defeitos e virtudes de cada um.
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sábado, 1 de abril de 2017

10 personagens mentirosos dos clássicos

É claro que existem milhares de personagens que não são la muito chegados em sinceridades na ficção, mas para o dia primeiro de abril não passar em branco, aqui vai uma lista rapidinha com dez mentirosos compulsivos dos filmes antigos. Quem lembrar de mais, coloca aqui nos comentários, e quem sabe não sai uma parte II da matéria?! A ordem da lista é aleatória.

1- Pinóquio (Pinóquio/ Pinocchio, 1940)



Não tem como fazer uma lista sobre personagens mentirosos sem citar o bonequinho de madeira que sonhava em se tornar um menino de verdade. Ao contrário da maioria dos enganadores da ficção, que só eram descobertos depois de um certo tempo, Pinóquio tinha suas farsas expostas imediatamente, já que seu nariz crescia a cada história que contava.

2- Eve Harrington (A Malvada/ All About Eve, 1950)


Embora muitos pensem que Bette Davis é 'A Malvada' do título, a verdadeira vilã da história é Eve, personagem interpretada por Anne Baxter, que mente para absolutamente todos ao seu redor, fingindo ser uma fã ardorosa de Margo Channing (vivida por Davis), para aos poucos usurpar o lugar da estrela.

3- Scarlett O'Hara (E o Vento Levou/ Gone With the Wind, 1939)


Desde as primeiras cenas já percebemos que Scarlett é uma mentirosa compulsiva! Fingir interesse por todos os homens para conquistar atenção, dizer que sua irmã se casou com outro para roubar seu pretendente e fazer um vestido de cortina para parecer estar em ótimas condições financeiras são apenas algumas das armações de uma das maiores personagens do cinema.

4- Jay Gatsby (O Grande Gatsby/ The Great Gatsby)


O personagem criado por F. Scott Fitzgerald saiu da literatura e foi parar diversas vezes nas telonas. Seus interpretes mais famosos foram Robert Redford, no filme de 1974, e Leonardo DiCaprio na mais recente adaptação, feita em 2013. Gatsby sempre foi um jovem ambicioso e sonhador, tornando-se um milionário excêntrico de Nova York, célebre por suas festas extravagantes que movimentavam a década de 20. Mas sua mania de grandeza não permitia que sua origem humilde fosse revelada, fazendo com que ele mentisse até mesmo sobre seu verdadeiro nome, fingindo ter nascido em berço de ouro e recebido a melhor educação.

5- Helen Bartlett (Confissão de Mulher/ True Confession, 1937)


Ao se casar com um honesto advogado, Helen decide ajudar o marido fazendo o que sabe de melhor: Inventar histórias. Com o intuito de fazer o marido famoso, ela confessa um assassinato que não cometeu, certa de que não seria condenada. Outra personagem de Carole Lombard que poderia facilmente entrar na lista é Wanda Nash, de A Princesa do Brooklyn (The Princess Comes Across, 1936), que finge ser uma princesa ao embarcar em um navio.

6- Madeleine Elster / Judy Barton (Um Corpo Que Cai/ Vertigo, 1958)


Bom, se você não viu o filme, pare de ler agora, porque vai vir spoiler! rs A personagem de Kim Novak finge ser a esposa de seu amante, atormentada pelo espírito de uma antepassada, o que a leva um suicídio forjado. O golpe é dado para encobrir o assassinato da verdadeira Madeleine.

7- Morris Townsend (Tarde Demais/ The Heiress, 1949)


Vivido por Montgomery Clift, Morris faz uso de seu charme e beleza para conquistar a desajeitada
Catherine Sloper (Olivia de Havilland). Fingindo-se de apaixonado e honesto, ele tenciona casar-se com a moça, que herdará uma grande fortuna.

8- Brad Allen (Confidências à Meia-Noite/ Pillow Talk, 1959)


O conquistador Brad Allen fala todo dia com uma jovem diferente ao telefone, sempre com juras de amor e cantando a mesma música para todas as namoradas, apenas mudando o nome de cada uma. Ao descobrir que a mulher que implica com suas ligações através de uma linha cruzada na verdade é uma bela loira (Doris Day), ele finge ser um legítimo texano, gentil e romântico, contando diversas mentiras para a moça.

9- Harry Powell (O Mensageiro do Diabo/ The Night of the Hunter, 1955)


Fazendo-se passar por um correto religioso, Harry Powell (vivido por Robert Mitchum) vai de cidade em cidade enganando as pessoas, com o intuito de roubar e cometer assassinatos.

10- Susan Applegate (A Incrível Suzana/ The Major and the Minor, 1942)


Ginger Rogers está maravilhosa como uma mulher adulta que finge ser uma adolescente de 12 anos para poder parar apenas metade do valor da passagem de trem para voltar pra sua cidade natal. Mesmo atraindo algumas desconfianças, ela consegue enrolar a todos com suas invenções.
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Gifs de E o Vento Levou (Gone With the Wind, 1939)

Confira abaixo uma seleção com gifs do maior clássico do cinema:























































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